Sem saber se a real origem da expressão “Mad Men” veio da série de televisão, Mad Men se tornou uma expressão comum nos Estados Unidos para designar os poderosos homens da publicidade.
A partir de 1950, a publicidade começou a ganhar um espaço vital na estratégia de vendas das empresas que desfrutavam de um cenário econômico extremamente positivo no pós-guerra. Além disso, conforme a televisão se popularizava, mais a publicidade crescia. O retorno para o cliente era certo porque todo mundo assistia e o mais importante: acreditava. Foi essa conjuntura que criou homens como David Ogilvy, Bill Bernbach e Helmut Krone; verdadeiras lendas da história da propaganda. Indo além, é possível dizer que grande parte do sucesso dos grandes grupos de comunicação se deve às agências de publicidade; que cresceram fortes devido aos massivos investimentos publicitários.
Então, dá pra ter uma noção do poder que esses caras tinham nas décadas de 60, 70 e 80. A expressão Mad Men veio de Madison Avenue — ou seja, os Homens da Madison (a mais famosa avenida de Nova York). Um trocadilho entre Madison, Mad (louco) e Ad (abreviação de advertising, também usado pra designar um anúncio impresso). Essa é uma definição um pouco mais elaborada da mostrada no 1º episódio da série de TV.
Os Homens da Madison não eram exatamente exemplos da sociedade; bebiam muito, faziam festas, fumavam como chaminés e aproveitavam o que a vida tinha de melhor naquela época — e que podia ser comprado com status e dinheiro. Era um estilo de vida.
Nas últimas 2 décadas, com o surgimento de outras ferramentas, a publicidade perdeu um pouco o seu glamour e os Mad Men foram desaparecendo. Com certeza ainda existem uns por aí, mas certamente eles estão em extinção.
Como dizia um professor meu: “de futebol e propaganda todo mundo entende”. É verdade. O brasileiro adora comercial. Algo atípico se comparado aos nossos amigos do velho mundo, como os britânicos.




De acordo com estudo da Mediamark Research, 46,3% das crianças entre seis e onze anos estão usando a internet para conferir os produtos que vêem na publicidade impressa ou na TV.
A televisão brasileira está mudando, e não estou me referindo à qualidade dos programas. Muitos apresentadores estão perdendo o velho hábito de fazer dos outros canais, um pecado tão grande que não pode ser mencionado no ar. Isso pareceu mudar com a chegada do Pânico na TV e seu contrato com a RedeTV que dava total liberdade para Emílio e sua turma fazer o que bem entendessem. Eles vendiam a Jovem Pan na TV e a RedeTV na Jovem Pan. E eu não tenho dúvida que essa estratégia foi fundamental para o sucesso deles na telinha. Não havia outra maneira de dizer para os ouvintes que agora eles estavam na TV, a não ser falando — óbvio, não?. Agora, a mesma liberdade pode ser notada em programas como o do
“Suponhamos que amanhã venha um besouro do tabaco e coma todos os
