Você está em ‘social media’

Se você tem lido publicações especializadas em negócios e marketing nos últimos 2 anos,  já está convencido do poder do Twitter para o seu produto, serviço, marca ou sua carreira. Todos as principais revistas, jornais e portais vêm dedicando bastante espaço para esse fenômeno da internet; atraindo executivos do alto escalão das empresas a criarem  uma conta. De Bill Gates a Richard Branson passando por Eric Schmidt. Além disso, milhares de blogueiros e micro empresas descobriram no Twitter uma ferramenta única de relacionamento e prospecção de clientes.

Selecionei as 33 melhores dicas para se tirar o máximo dessa ferramenta sem erros. Elas estão separadas por categoria: geral (para todos), empresas (twitter de marca ou produto) e pessoal. Todas as dicas foram extraídas do Powerpoint “140 Twitter Marketing Tips”.

- A cada tweet você dá às pessoas duas opções: retweet ou unfollow. @claymabbitt

- Lembre-se que tweet significa piar, não cacarejar.

- @Arsene333 Pense no Twitter como sua própria campanha de relações públicas.

- Você não vai entender social media até você usar. @VisitFingerLake

- Twitter é um grande crivo. CEOs, gurus e pessoas comuns todos têm que dar o melhor de si em 140 caracteres. @karamartens

- Não planeje demais nem teste demais. Apenas faça e veja se funciona. @tushin

- Todos tweets são lidos - não apenas os sobre sua marca ou marketing. Tenha cuidado com o que você diz!

- NÃO FIQUE PRESO! Fale com as pessoas que gastam tempo mencionando você, seguindo você ou mandando direct message pra você.

- @sarahebuckner: Fico louca quando as pessoas passam horas sem postar e então postam 9 vezes seguidas. Se fizer isso com frequência, eu paro de seguir.

- @Arsene333: Antes de você clicar em enviar pergunte a si mesmo: “eu seguiria essa pessoa com base neste único tweet?” Se for sim, clique enviar.

- @jecates Seguir milhares de pessoas esperando receber mais atenção é mais provável que você seja bloqueado do que seguido.

- Não apenas fale sobre seu produto, fale sobre sua expertise e fale sobre isso com os consumidores e potenciais consumidores.

- @MoxieMarketing crie uma estratégia antes de pular no Twitter. O que você quer com isso? Quem você quer alcançar?

- @KevinEikenberry Os 3 P’s do mkt no Twitter é ser Provocativo, Proporcionar valor e, o mais importante, Pessoal.

- Ater-se a mensagens é perigoso. Aprenda a se adaptar e ouça o que eles estão falando sobre seu produto/serviço.

- @LindsayManfredi Twitter se trata de construir relacionamento e confiança. Use-o de forma inteligente e as pessoas entenderão isso. Por favor, não tente me vender nada.

- @JustShireen Fale. Intereaja, responda. Isso deveria ser uma conversa, não discurso de vendas.

- Colocar um nome de verdade e um rosto permite consumidores associarem a sua marca ao nível pessoal.

- @LisaMarieDias tenha em mente; mesmo que você não tenha uma multidão de seguidores, com um único tweet você está enviando para a gigantesca rede.

- @hendrylee A experiência nos disse que os primeiros a adotarem uma tecnologia em marketing conquistam uma vantagem injusta sobre os outros que chegam depois.

- Lembre-se que Twitter é comunicação, não marketing. Foque-se em agregar valor à conversa, não vender algo pra alguém.

- Twitter é tão bom quanto as pessoas que você segue.  @lookwebdesign

- Você é a marca!!! Ninguém mais. Você está se vendendo como pessoa e mostrando que vale à pena ser seguido.

- @jacobm Exclua as pessoas que você segue se eles não acrescentarem nada a você.

- Sério, eu realmente não estou nem aí pro que você almoçou hoje. Mas eu gostaria de saber sobre seu momento de inspiração quando cria algo @jennypratt

- @jacobm Siga pessoas que VOCÊ acha interessante, não siga apenas porque todo mundo acha.

- Se alguém que você conhece tem ótimas novidades (ex: ser promovido), mas é modesto demais pra twittar sobre, considere você mesmo twittar a novidade. @appellatelaw

- @KristieKreation Não apenas retweet, poste links e citações!! Não deixe de estimular conversas para que os outros conheçam um pouco de você.

- @FranchiseKing Tweet um press-release recente seu ou post do seu blog por dia, misture com outros links úteis, artigos relevantes e blog posts.

- Twitter funciona melhor quando integrado. Use para complementar blogs e outras redes sociais.

- @bnyquist Nunca ou pelo menos não constantemente mude seu avatar, é uma das únicas coisas que garante consistência à sua marca online.

- Choque os outros com sua honestidade. Geralmente, ao menos uma pessoa se identificará com ela.

- @makingcjc Aprenda como RT, isso não apenas lhe manterá ativo, mas faz as outras pessoas saberem o que você acha interessante.

Continuando a onda dos 5 (se vocês notaram os últimos posts), volto depois de algum tempo a um tema que me agrada: twitter e pequenas empresas. Junto com blogs, o Twitter é uma extraordinária forma de se relacionar com clientes — e futuros clientes. Claro, se usado da forma correta, caso contrário, pode soar falso e passar a sensação de que você só está no Twitter porque todos estão.

Cinco pequenos erros que muitas empresas estão cometendo no Twitter:

  1. A página não é customizada. Comece pelo Twitter a mostrar que você não é como todos os outros.
  2. Não segue ninguém. Você diz que tem o foco no cliente, mas empresas que não seguem ninguém (ou seguem poucos) passam imagem de arrogantes.
  3. Falando sozinho. Twitter pode não ser um chat, mas ainda é um meio de se conectar com as pessoas. Responda perguntas, agradeça, comente. Qual o propósito de usar social media e manter a velha comunicação de uma via só da propaganda tradicional?
  4. Pouca informação. Não adianta ter Twitter se não for pra twittar. Ao contrário do Twitter pessoal, o da empresa deve funcionar com uma ponte entre o virtual e o real.  Além de informações úteis, é preciso das informações básicas como endereço, site, qualquer coisa.
  5. Nenhum benefício. O que as pessoas ganham por te seguir? Dê brindes, descontos, ofertas especiais. Não espere que as pessoas sigam sua empresa sem que você dê motivos para isso.

Via Contrapaul

Jack Welch, um dos mais admirados executivos do século XX, e sua esposa Suzy Welch escrevem a coluna The Welch Way para a Business Week e, através do NY Times, chegam a 45 jornais ao redor do mundo. Suzy é jornalista, escritora, ex-consultora de negócios, e tem MBA pela Harvard Business School, onde terminou o curso com a distinção máxima da instituição. Também escreveu pra Harvard Business School Review.

Suzy e Jack Welch Você sabe que está fazendo algo estranho e novo —ou ao menos novo— quando entra em um aglomerado social, começa a usar e então escuta: “Por que você perde seu tempo nessa bobagem?”. E é assim que acontece com o Twitter, a rede social mágica que nós dois recentemente adotamos com um certo grau de entusiasmo, o que surpreendeu nossos amigos, família e, de certa forma, nós mesmos.

Mas o fato é, nos últimos meses, nós começamos a amar o Twitter. Não estamos dizendo que isso vai transformar a humanidade —como alguns entusiastas podem dizer—, mas nós certamente entendemos sua incipiente capacidade. De fato, se o Twitter continuar se expandindo nessa velocidade, poderá se tornar um valioso caminho para as empresas ajudarem as suas marcas a atingirem microgrupos de consumidores, além de ser uma outra maneira dos gestores interagirem com as pessoas e vice-versa.

Mas o potencial de negócios do Twitter não explica porque nós escrevemos mensagens de 140 caracteres com tanta frequência. Ok, umas três ou quatro vezes por dia.

Nós twitamos porque não conseguimos nos controlar.

Por quê? Bem, não pela razão que pensávamos a princípio. De fato, um de nós (@suzywelch, na gíria), começou a twittar pelos velhos motivos do marketing. Ela tinha um livro prestes a ser lançado, e todo mundo que a conhecia insistia: “redes sociais é onde as coisas estão acontecendo.”

Isso se confirmou como um excelente conselho. Acessibilidade, informação e o alcance do Twitter possibilitou várias grandes entrevistas (maioria com blogueiros), atraindo multidões nos eventos de autógrafos. disseminando dúzias de resenhas, gerando tráfego pro site e, o melhor de tudo, criando uma gostosa e entusiasmada comunidade de leitores do livro.

No final das contas, @suzywelch se tornou a catalisadora (leia: fanática) para @jack_welch aderir ao Twitter também, apesar das palavras: “eu não entendo esta coisa.”

Em 24 horas, ele entendeu. Toda vez que ele opina sobre o Red Sox ou Celtics [times de beisebol e basquete], dúzias de torcedores opinam de volta. O mesmo acontece com política e negócios, sucitando fascinantes minidebates sobre tudo; da política econômica de Obama aos problemas da cidade de Detroit.

Twitter, em essência, permite que você faça parte de um grande coquetel cheio de um civilizado e diversificado “barulho”. Alguma coisa do que você irá ler ou dizer será fútil. Mas o barulho também irá provocar, informar e engajar você de uma forma e em uma quantidade que não se pode reproduzir offline.

O melhor de tudo para nós é que o Twitter ajuda a testar —e melhorar— ideias.

Sem levar em consideração o Twitter como uma ferramenta de trabalho, qualquer chefe vivo teria o direito de ficar irritado com a quantidade de tempo que gastamos com o nosso novo brinquedo. Escrever esta coluna [na Business Week] demorou o dobro do que deveria porque nós tínhamos que ficar de olho na reação das pessoas sobre a pergunta “o que existe de tão maravilhoso no Twitter?”

As respostas vieram do jeito Twitter de ser: rápidas e furiosas. “Porque é divertido”, “pra me sentir mais conectado neste mundo disconectado“, “pra me comunicar com a equipe.”

Todos são bons motivos, claro. Mas no  nosso ponto-de-vista, outra resposta ressoou mais. “Eu tenho tentado explicar porque eu twito, + o melhor que consegui foi: comece a twitar vc msm e descobrirá.” Isso foi o que aconteceu conosco.

Artigo traduzido do orginal: “Why We Tweet”

Muitos são os assuntos que rodeiam o Twitter dentro e fora dele. Dentro, se fala sobre quase tudo, de piada a negócios. Fora, a gama de assuntos também não é pequena. O Twitter virou um sucesso porque é relativamente fácil converter a relação virtual em resultado real.
O comediante Oscar Filho (@oscarfilho), por exemplo, conta suas piadas no Twitter, mais pessoas o seguem e, com isso, mais pessoas passam a frequentar seus shows de stand-up comedy. O mesmo acontece com a BBC Brasil, que publica notícias no Twitter, então as pessoas a seguem para se manterem informadas e inevitavelmente muitas delas passarão a visitar o site com mais frequência, aumentando a audiência. O caminho é muito mais simples do que em outras redes sociais como Orkut e Facebook.

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Incomodado com o volume de notícias sobre o Twitter em publicações sérias como Business Week e Advertising Age, resolvi reativar a minha conta  —desde 2007 na gaveta.  Já no Twitter, comecei a perceber como a coisa era séria. Muitas das principais empresas do mundo estavam lá e outras menores (como o caso da loja de roupas local Express) estavam tirando proveito da novidade. O que eu também percebi é que o Brasil não acompanhava essa tendência, nem de longe. Resolvi fazer um pequeno levantamento de empresas brasileiras no Twitter e notei algumas coisas interessantes. Como a penetração do Twitter em certos segmentos.

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É muito mais difícil para uma indústria converter seguidores do Twitter em clientes do que para uma loja virtual. Isso é óbvio. Para essas empresas, é mais difícil ver o benefício de utilizar a ferramenta. Porém, vender não é o único benefício do Twitter e nem deve ser o principal objetivo das empresas. Relacionamento é a palavra chave, você nunca esteve tão próximo das pessoas antes de Evan Williams inventar o pássaro azul.

As empresas brasileiras estão perdendo uma boa oportunidade de se aproximar dos consumidores, ser mais humana, ouvir o que eles dizem sobre a empresa e oferecer informações úteis —não apenas promocionais como na mídia. As empresas falam em “se conectar com o consumidor”, mas se conectar com o consumidor é estar onde ele está. Muitas das empresas que estão na lista, ainda não aprenderam a usar o Twitter, estão apenas marcando território sem oferecer nada —não postam nada ou o fazem só quando tem promoção. Outras empresas, como a Riachuelo, Tecnisa, Oi e a Pop Rock FM aprenderam a agregar algum valor ao seu negócio através da ferramenta. Àquelas que ainda estão engatinhando, ou pior, ainda nem ficaram de pé, agora é a hora. Ser retardatário provou ser pouco produtivo nos negócios, especialmente no marketing.

Veja a lista de empresas no Twitter.

080509_orkut_hell Estamos na era das redes sociais, ok. Mas isso não basta para as empresas investirem tempo e dinheiro na maior rede social do Brasil (eu disse empresas, você não tem controle sobre o usuário que cria comunidade sobre sua marca). O Orkut é péssimo para as empresas pelo mesmo motivo que leva muitas pessoas a deletarem seu perfil — o caos. Perfis falsos, ofensas, pornografia, spam e racismo colocaram o Orkut no mais baixo grau de credibilidade.

A imagem da marca pode ser facilmente prejudicada pelo ambiente externo ou modo de uso. Por exemplo, poucas pessoas podem pagar R$3.000 numa Louis Vuitton original, mas muitas podem pagar R$250 na “alternativa”. Acontece que essa também não é lá muito barata e nem todas as mulheres podem ter. O que aconteceria se elas custassem R$40 e todas as mulheres da sua cidade comprassem? Diminuiria o número de clientes dispostos a pagar R$3.000 na original, porque a imagem da marca estaria abalada. Não por um erro estratégico da marca ou qualquer outra ação gerencial, mas pela sua ineficiência em conter danos externos à empresa e ao mercado. Ou seja, por um lado não é culpa da Louis Vuitton, por outro é.

O Google não deu atenção suficiente ao Orkut e a rede mergulhou no caos. O Facebook, por outro lado, é o carro-chefe da empresa que o comanda, que é ela mesma. Problemas acontecem no Facebook, mas eles estão sempre pensando numa maneira de corrigir e manter sua credibilidade e autenticidade. O Google já comentou que suas aquisições não são muito racionais, eles compram e depois pensam no que fazer. De alguma forma, isso faz com que o Orkut seja mal administrado, afinal, o Orkut praticamente só faz sucesso no Brasil e o Google parece ter coisa melhor com que se preocupar. A maioria das “inovações” do Orkut são copiadas do Facebook: bloqueio de fotos, aplicativos nos perfis, atualizações recentes, sugestão de amigos relacionados…

O Orkut é uma boa ferramenta devido a sua abrangência e popularidade, mas popularidade requer controle e o Google precisa agir rápido —antes que a expansão do MySpace e Facebook  comecem a roubar espaço. A minha sugestão é: vincule perfis ao CPF ou CNPJ. Uma medida simples e que poderia trazer a credibilidade do Google de volta. Ou as despesas com advogados continuarão a crescer cada vez mais.

Twitter, você venceu

4 de março de 2009 • TEMAS: Notícias /

Ok, Twitter, você venceu.

Depois de tanto Twitter nos sites, blogs e fóruns que leio, resolvi atualizar o meu cadastro de 2 anos atrás (quando experimentei e não gostei) e tentar extrair algo de útil dessa onda de micro-blogging. Apesar de eu considerá-lo longe de ser a nova pólvora da internet, estou lá para pelo menos dizer “eu não acredito em Twitter”.

Siga-me no Twitter
.  (seja lá o que isso signifique.) Não prometo muita coisa, mas talvez vocês possam me convencer de que há algo de bom no meio de tanto blá-blá-blá envolvendo o Twitter.

Fake Steve era dono do blog The Secret Diary of Steve Jobs e se esforçou muito pra fazer dele sua fonte de renda. “Steve” postava de 10 a 20 vezes por dia, em qualquer lugar ou a qualquer hora, dentro do táxi ou no meio da madrugada. Fake Steve demorou, mas, enfim, aconteceu algo que o fez ver que ele nunca ficaria rico com seu blog. Em agosto de 2007, o The New York Times revelou sua identidade. Fake Steve era na verdade Dan Lyons, escritor e jornalista da Newsweek. Com a matéria, seu blog atingiu a marca de 1 milhão e meio de visitas num mês. Tanta visita não fez a conta bancária de Lyons engordar, os anúncios do Google — veiculados em seu blog via AdSense  —lhe renderam apenas $1.039,81. Embora a notoriedade tenha lhe rendido um contrato publicitário, Lyons nunca ganhou o suficiente pra deixar seu emprego. Isso levou dan a abandonar  O Diário Secreto de Steve Jobs e criar o blog do Dan Real.

A edição da semana que vem da Newsweek, trará um artigo de Dan chamado “Hora de Aposentar os Pijamas”. Nele, Dan cita o caso do TechCrunch, um dos mais famosos blogs de tecnologia do mundo, que recebe mais de 6 milhões de visitas por mês e até agora não encontrou ninguém que fizesse uma proposta interesante — algo em torno de $100 milhões. A matéria ainda cita a Gawker Media (dona do Gizmodo), que demitiu todos os escritores do site Valleywag deixando apenas um e o caso da Pajamas Media que fechou seu canal publicitário com a afirmação “foi um gastador de dinheiro por três anos”. Até aí nada de impressionante, afinal 2008 foi um ano complicado.

Quando o artigo começa a citar números, as coisas mpressionam. De acordo com o eMarketer, ano passado foram investidos apenas $411 milhões em publicidade em blogs nos Estados Unidos. Parece muito? Não quando se sabe que a publicidade online movimentou $23,7 bilhões e que toda a indústria da propaganda norte-americana  ($276.8 bilhões) é o equivalente ao PIB de Portugal e da Croácia juntos. Calcula-se que em 2012, anúncios em blogs resultarão em “apenas” $746 milhões, menos de 3% dos $32 bilhões do total gasto com publicidade na internet. Impressionante, não? De acordo com uma pesquisa do Technorati , um blogueiro que vende espaços publcitários ganha, em média, 5 mil dólares por ano.

A matéria da Newsweek não deixa de citar alguns blogs que faturam milhões por ano, como o caso do Gizmodo (que bateu o recorde de 98 milhões de page views num mês), o Dooce que faturou perto de 1 milhão de dólares ano passado e do próprio TechCrunch, que não revelou seu faturamento em 2008, mas diz ter faturado muito mais que em 2007, quando embolsou $3 milhões.