Os três assuntos mais falados no mundo do marketing globalmente são: internet (social media + e-business), classe C e poder de consumo da mulher. Quando dois desses assuntos se envolvem, imagine a importância disso para as as empresas. ENORME!
Historicamente, a mulher sempre influenciou compras, apesar de quase todos produtos terem sua comunicação voltada para eles. Porém, elas sempre tiveram baixo poder de compra. Esse ciclo onde elas atuavam basicamente como influenciadoras de compra, mudou. Uma vez que as mulheres estão mais independentes e ocupando lugares que não costumavam ocupar; elas estão comprando mais e falando mais ainda. Apesar dos homens terem se tornado mais independentes no quesito compra, ainda precisamos delas.
Mas elas não precisam de nós. E as empresas precisam entender como é a mulher século XXI. Entre os avassaladores números das redes sociais, está escondido um fato pouco notado pelos profissionais de marketing digital: a importância da mulher. Elas deixaram de ser coadjuvantes para ocupar um papel tão importante ou mais do que os homens quando se trata de consumo.
Pelo fato da mulher passar 30% mais tempo em redes sociais do que os homens e ser a que mais acessa pelo celular, as empresas talvez devam reavaliar suas ações. Elas já são a maioria em várias lojas virtuais americanas, a maioria no Facebook, a maioria no Twitter e 3 em cada 4 usuários registrados no Groupon são do sexo feminino. Segundo o US Census Bureau, elas estão por trás de 80% de todo o dinheiro gasto com compras: um valor de cerca de $ 5 trilhões de dólares.
Acredito que as mulheres vão dominar ainda mais a internet. Talvez pelo caráter protetor da mulher e de se expor menos aos riscos, os early adopters costumam ser, na sua maioria, homens. Ou seja, os homens foram os primeiros a comprar pela internet, a pesquisar usando sites e a comprar pelo celular. Mas uma vez que isso tenha se tornado algo comum — algo seguro –, as mulheres passam a dominar. Afinal, elas adoram comprar! Outra característica clássica das mulheres: elas são mais sociáveis que os homens. Logo, tem maior tendência a dar sua opinião e espalhar mensagens.
As mulheres respondem por 62% da atividade do Facebook – mensagens, updates e comentários. E, se você possui ou administra uma página lá, vai gostar de saber que 71% de toda atividade gerada em páginas de fãs vem de mulheres. Além disso:
- Mulheres têm, em média, 8% mais amigos em redes sociais que os homens
- 60% dos “donos de fazendinhas” são mulheres (usuários registrados nos games da Zynga)
- Em termos de visitantes, elas são a maioria no: Facebook, Twitter, Del.icio.us, Flickr, Myspace, Bebo, Classmates e Yelp (eles apenas no Digg)
Se você, de alguma forma, trabalha com marketing digital deve ter em mente que agradar as mulheres na web é um dos segredos do sucesso online. Principalmente se forem mães; um estudo da Nielsen mostrou que elas são muito engajadas em redes sociais e compram bastante online, mas prestam menos atenção a comerciais — e mais na história.
De uma maneira geral, as mulheres falam mais, exercem grande influência online e já são grande compradoras virtuais (de 2009 para 2010, o número de mulheres que compraram pela internet saltou de 10% para 18%). Elas devem receber maior atenção também por parte da estratégia, colocando mulheres em cargos importantes, criando mais ações e produtos para o público feminino, ampliando, assim, não só as vendas, mas principalmente o boca-a-boca. Em uma época onde relacionamento social dita as regras, é melhor você deixar elas comandarem essa relação.
[Baseado no artigo "Why Women Rule the Internet"]

Alguns produtos são úteis (como gancho de parede em formato de estrela ninja) outros são meros itens de decoração. O importante é oferecer ambos para atingir diversos públicos. Embora seja voltada para um público AB, isso é mais por questões comportamentais do que financeiras, os preços devem variar para caber no bolso de qualquer tipo de cliente. Gastar R$200,00 em um sabre de luz é para quem realmente é fã (nerd). Mas talvez uma patricinha se interesse por uma luminária em formato de pote de geléia que custa R$25,00 ou uma mãe queira levar uma bola que muda de cor para sua cachorrinha.
“A maioria das pessoas pensam que somos apenas uma empresa de impressora”, diz Michael Mendenhall, diretor de marketing da HP. Esse é o motivo que fez a HP lançar uma nova campanha institucional, de acordo com o The Wall Street Journal, “para deixar clara sua posição de empresa de tecnologia sem fronteiras”.
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Q
Há tempos, a indústria e o governo se esforçam para aumentar o parco consumo per capita de vinhos no Brasil. Por “n” motivos, jamais chegará a um nível satisfatório.
O desafio é grande e proporcional à recompensa. Como Seth Godin explicou em seu
Quando foi que as coisas se tornaram tão complicadas? Ora, nossos antepassados viviam da caça, eram nômades e não podiam fazer muito pra mudar isso. Ok, você pode dizer que essa é a ordem natural das coisas; a civilização evolui e a sociedade se torna cada vez mais complexa. Mas quão complexa ela ainda irá se tornar? E o que a sua ou a minha empresa tem a ver com isso?
Quando a Asus lançou seu Eee PC (o 1º netbook do mercado), dois anos atrás, eu imagino que ela tinha um objetivo muito claro, do tipo “criar um produto para o consumidor final”. [A ASUS sempre foi uma fabricante de componentes, ou seja B2B.] Muito antes de 2007, a Asus já era uma fabricante de hardware respeitável e sinônimo de qualidade quando se falava em placas-mãe. Basta dizer que se seu computador não tivesse uma placa-mãe ASUS, ele não era tão bom assim. De fato, a Asus acertou em cheio quando lançou o Eee PC — que o mundo todo viria batizar de netbooks.






