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Continuando a onda dos 5 (se vocês notaram os últimos posts), volto depois de algum tempo a um tema que me agrada: twitter e pequenas empresas. Junto com blogs, o Twitter é uma extraordinária forma de se relacionar com clientes — e futuros clientes. Claro, se usado da forma correta, caso contrário, pode soar falso e passar a sensação de que você só está no Twitter porque todos estão.

Cinco pequenos erros que muitas empresas estão cometendo no Twitter:

  1. A página não é customizada. Comece pelo Twitter a mostrar que você não é como todos os outros.
  2. Não segue ninguém. Você diz que tem o foco no cliente, mas empresas que não seguem ninguém (ou seguem poucos) passam imagem de arrogantes.
  3. Falando sozinho. Twitter pode não ser um chat, mas ainda é um meio de se conectar com as pessoas. Responda perguntas, agradeça, comente. Qual o propósito de usar social media e manter a velha comunicação de uma via só da propaganda tradicional?
  4. Pouca informação. Não adianta ter Twitter se não for pra twittar. Ao contrário do Twitter pessoal, o da empresa deve funcionar com uma ponte entre o virtual e o real.  Além de informações úteis, é preciso das informações básicas como endereço, site, qualquer coisa.
  5. Nenhum benefício. O que as pessoas ganham por te seguir? Dê brindes, descontos, ofertas especiais. Não espere que as pessoas sigam sua empresa sem que você dê motivos para isso.

Via Contrapaul

Note que eu disse sem gastar nada em propaganda, não em marketing. Tem muita gente aí usando marketing como sinônimo de publicidade, o que é um grande erro.

Eu sou publicitário de formação e talvez o único — que conheço — a defender a “não-propaganda”, uma espécie de movimento contra o paradigma de que só é possível aumentar vendas e fortalecer marca gastando rios de dinheiro em publicidade. É justamente por ter trabalhado em agência, e hoje em um grupo de comunicação, que sei o quanto as empresas investem errado em publicidade.

O que eu chamo de movimento (que está mais para uma filosofia) provavelmente surgiu com Al Ries e sua filha no livro “A Queda da Propaganda”, no qual, os Ries defendiam o uso do RP como a nova onda de marketing — assim como foi a propaganda na década de 60.

Lendo uns materiais, tive a (suicida) ideia de escolher 5 livros que dizem o que é preciso saber para se promover a sua empresa (ou seu trabalho ou mesmo você) sem gastar nada com agência, criação de peças e veículos de massa. A propaganda convencional ainda é fantástica, mas é apenas uma entre as inúmeras ferramentas que as empresas têm à  disposição.

Como disse Philip Kotler não muito tempo atrás, hoje não temos mais tempo para “preparar, apontar, fogo”, hoje é “fogo, fogo, fogo”. E a menos que a empresa tenha grana pra investir pesado em publicidade o tempo todo, é preciso descobrir outros meios de não cessar fogo. Vamos aos livros!

Blog Marketing

A importância: Disney, GM, Boeing e Microsoft são algumas das empresa que aprenderam a usar blogs a seu favor. Milhares de outras micro e pequenas estão utilizando a ferramenta para promover seus produtos e criar envolvimento com seus clientes atuais e futuros. A propaganda convencional é uma comunicação de uma via só, o blog veio pra mudar isso. Acrescentando a interação que faltava para criar um diálogo, fortalecer relações e obter feedbacks.

Twitter - influenciando pessoas e conquistando mercado

A importância: assim como no início dos blogs, o Twitter bombou na mídia especializada em negócios. 2009 foi definitivamente o ano em que o Twitter passou a fazer das estratégias e planos de marketing das empresas. O Twitter é uma ótima maneira de informar os consumidores das suas novidades, bem como mais uma forma de diminuir a frieza entre a marca e o consumidor. Se sua empresa ainda não deu bola pro Twitter, em breve os clientes podem não dar bola pra você.

Buzz Marketing & Ponto da Virada

A importância: a propaganda mais valiosa hoje é o boca a boca. Na era de blogs e Twitter, é muito fácil disseminar o seu produto ou a sua ideia. Peraí.. eu disse fácil? De fácil não tem nada, é difícil pra caramba! Mas esses dois livros dão dicas preciosas de como fazer as pessoas falarem de você.

Unleashing the Power of PR

A importâcia: embora não exista similar em português, o que você precisa entender é a ideia contida neste livro. Utilize mais relações públicas, procure fazer brechas para fazer seu produto obter mídia espontânea através de um bom RP. Uma alternativa para este livro é o já citado “A Queda da Propaganda”.

Estratégia Starbucks

A importância: não adianta querer estar na boca dos consumidores se não tem nada de bom a espalhado.  A importância deste livro está em criar uma experiência extraordinária para o cliente, e nada melhor que a Starbucks pra nos ensinar. Ao contrário de 100 anos atrás, as pessoas voltaram a fazer a diferença nas empresas, e essa é a receita de uma cafeteria que tem mais de 10 mil lojas espalhadas no mundo, colaboradores mais felizes do mundo e os clientes mais encantados que já ouvi falar.

Mesmo sem ter lido o best-seller “7 hábitos das pessoas altamente eficazes”, eu acredito que melhores hábitos tornam as pessoas melhores. Caminhar todas as manhãs, consumir produtos integrais, ler 1livro todo mês, fazer diferente o que você sempre fez igual.

Alguns dos nossos hábitos já fazem parte de nós, são automáticos, outros precisam de disciplina para realizá-los. Se queremos ser um grande profissional,  cidadão ou pai, é preciso fazer isso. Percebi que boa parte dos bons hábitos são mais ou menos o mesmo para todo mundo. Como estes cinco que li e que, coincidência ou não, já aplico na minha vida há algum tempo:

1. Mantenha-se informado: este é provavelmente o mais óbvio de todos os conselhos que você pode receber. Mas o óbvio é frequentemente esquecido, então aqui estou eu para lembrá-lo. Adquira o hábito de se informar. Seja lendo o jornal diariamente, assinando feeds, assistindo telejornais ou mesmo com uma revista semanal como a Veja. É importante saber o que está acontecendo no mundo e no seu mercado de atuação, portanto não basta ler jornais, é preciso ler blogs e revistas sobre o que você faz. Isso lhe dará assuntos para discutir na empresa e fora dela. Bem como conhecimento geral a ser aplicado em todos os campos da sua vida.

2. Compartilhe: Você lê, está sempre informado, tem bastante conhecimento do mundo que lhe cerca e também do mundo. Agora, se você não conta pra ninguém, não está aproveitando todo o potencial de ser bem informado. Lindsey Pollak usou uma analogia bem bacana pra ilustrar isso. Sabe o botão “compartilhe” que está em baixo deste artigo? Imagine que ele existisse em tudo que você lê e vê (fora da internet). Comente sobre algo bacana que você viu, empreste um livro interessante que você tenha lido. Compartilhe o que você sabe (de oportunidades de emprego a conselhos) e as pessoas jamais esquecerão de você.

3. Aprenda: este é um dos hábitos que eu estou sempre me “forçando” a manter. Chega um ponto em que as pessoas se acomodam demais e param de aprender. Quando temos 5 anos perguntamos sobre tudo da vida, por volta dos 12 ficamos curiosos sobre namoro, aos 17 aprendemos o básico para entrar na faculdade. Aos 19-20 vem o primeiro estágio e daí mais alguns anos até conseguirmos um emprego estável. E aí deixamos de aprender. É preciso lutar pra não deixar isso acontecer. Aprenda qualquer coisa sempre! Como cozinhar, praticar aulas de tiro ou formatar o computador.

4. Liste “coisas a fazer” no dia seguinte: eu tenho o incômodo hábito de anotar tudo. Estudo fazendo anotações, leio livros com uma lapiseira na mão anotando as partes mais importantes, anoto ideias de posts pro blog a qualquer hora e mantenho um caderninho em todos os lugares. Claro, que você não precisa ser maníaco como eu, apenas criar o hábito de colocar no papel o que você precisa fazer. Como a lista de supermercado, anote o que você deixou de fazer hoje para retomar no dia seguinte. É simples, prático e útil como lápis e papel.

5. Relaxe: este é um dos conselhos que mais eu dou porque as pessoas estão cada vez mais estressadas e sensíveis aos problemas que se esquecem de relaxar. Todo mundo precisa adquirir o hábito de fazer o que gosta. Seja tirar um cochilo, jogar videogame ou cuidar do jardim. Nunca vá pra cama sem antes fazer algo que lhe dê prazer. Ninguém consegue viver só para o trabalho sem perder o entusiasmo.  Aprender a relaxar é um hábito tão importante quanto levantar todos os dias para trabalhar.

Eu sei que maus clientes não leem blogs, se é que leem alguma coisa. E embora eu ache que as agências de propaganda também tem sua parte de culpa nisso, maus clientes são um saco.

David Ogilvy escreveu mais de 20 anos atrás sobre como ser um bom cliente, além de como ser um bom publicitário, é claro. Se você nunca leu, esta é a oportunidade. Porque o mercado, de maus clientes, já está saturado.


1. Selecione a agência certa em primeiro lugar.
2. Liberte a sua agência do medo.
3. Ajude a construir um briefing profundo e rico de informações.
4. Não dispute com a área de criação da sua agência. [caso contrário, pra que ter agência?]
5. Cozinhe lentamente a galinha dos ovos de ouro. (dê tempo e recursos suficientes para se fazer um bom trabalho. Criatividade é inimiga do tempo.)
6. Não reaproveite a sua propaganda em muitos meios nem durante muito tempo.
7. Permita que sua agência lucre e cresça.
8. Não barganhe com a sua agência, ou eles economizarão criatividade e dedicação.
9. Seja justo e encoraje a sinceridade.
10. Defina altos padrões.
11. Não perca tempo com pequenos problemas (volte-se para os sucessos e abandone os fracassos).
12. Tolere os prodígios.
13. Não economize. A maneira mais certa de se gastar muito dinheiro na propaganda é não gastando o suficiente para que o trabalho saia bem feito na 1ª vez.

Por Leo Babauta*

Frequentemente, ficamos estagnados – o lamaçal de dúvida, perfeccionismo, distrações e planejamento que nos impedem de continuar nos movendo.
E embora eu não seja um grande defensor da atividade, eu acredito que as pessoas ficam perdidas nas distrações do mundo e perdem a noção do que é realmente importante, e como conquistar algo extraordinário.
Hoje, eu gostaria humildemente de apresentar algumas pequenas regras da ação – apenas alguns lembretes, coisas que acho úteis, senso-comum, mas que às vezes não são “comuns” o suficiente.

1. Não pense demais
Geralmente, se você pensa demais, fica girando em círculos, ou seja, sem agir. Pensar um pouco é bom – ter uma boa noção de onde está indo e o porquê – mas não pense demais. Apenas faça.

2. Comece logo
Todo o planejamento do mundo não te levará a nenhum lugar. Você precisa dar o primeiro passo, não importa o quão pequeno ou instável seja. Minha regra para me motivar a correr é: Colocar o tênis e passar pela porta de casa. O resto acontece naturalmente.

3. Esqueça perfeição
Perfeccionismo é o inimigo da ação. Mate-o, imediatamente! Não deixe a perfeição o impedir de fazer algo. Você pode tornar um péssimo rascunho em algo bom, mas você não pode tornar bom algo que não existe. Então vá em frente.

4. Não confunda movimento com ação
Engano comum. Não ter tempo para nada não significa  que você está fazendo algo. Quando você perceber que está se movendo muito rápido, fazendo muitas coisas de uma vez só, é um bom sinal pra parar. Diminua a velocidade e concentre-se.

5. Concentre-se no que é importante
Livre-se das distrações. Pegue a coisa mais importante que você precisa fazer hoje e concentre-se nisso. Quando você tiver feito isso, repita o processo.

6. Devagar e conscientemente
Aja deliberadamente. Ações não precisam ser rápidas. Na verdade, isso geralmente leva a falhas, e embora perfeição não seja de fato necessária, cometer muitas falhas que podiam ser evitadas com um pouco de atenção também não é.

7. Dê passos pequenos
Colocar na boca mais do que você consegue mastigar leva à inatividade. Talvez porque você se engasgue. Não sei. Mas pequenos passos sempre funcionam. Pequenos buracos que irão eventualmente fazer o prédio ruir. E cada passo é uma vitória, que irá lhe levar às vitórias seguintes.

8. Pensamento negativo leva a lugar nenhum
Sério, pare de fazer isso. Acha que não é capaz? Tem vontade de desistir? Diz pra si mesmo que é normal se distrair e que  pode terminar depois sem problemas? Mande esses pensamentos pra longe. Bem…. ok… você pode se distrair um pouco, mas você entendeu. Pensamento positivo (e o quão cafona isso possa parecer) realmente funciona. É papo de você consigo mesmo. O engraçado é que as coisas que dizemos para nós mesmos têm o curioso hábito de virar realidade.

9. Reunião não é ação
Este é um erro comum de gestão. Eles fazem reuniões para fazer as coisas. Reuniões, infelizmente, quase sempre ficam no meio da ação em si, atrapalhando.

10. Conversar (geralmente) não é agir
Ao menos que a ação que você precisa fazer seja uma apresentação, palestra ou algo do tipo. Ou você seja um apresentador de TV. Geralmente, conversa é só conversa. Comunicação é necessária, mas não a confunda com ação de verdade

11. Planejar não é agir
Claro, você precisa de um plano. Faça e então estará ciente do que está fazendo. Mas faça rápido e ponha em prática o mais rápido ainda.

12. Ler não é agir
Você está lendo um artigo sobre ação, que irônico, eu sei. Mas que este seja o último. Agora vá trabalhar!

13. Às vezes, não agir é melhor
Esta pode ser a mais irônica coisa nesta lista, mas sério, se você achar que só está gastando cartucho ou que está se prejudicando mais do que ajudando. Repense se esta ação é realmente necessária. Ou melhor, se fazer isso desde o começo é necessário. Apenas faça se for.

[*Artigo traduzido do original "The Little Rules of action" publicado no Zen Habits.]

Em vermelho, alguns nomes que eu gostaria de destacar.

# Name País Atividade
1 C.K. Prahalad India/EUA Acadêmico - University of Michigan
2 Malcolm Gladwell Canadá Colunista do New Yorker e escritor
3 Paul Krugman EUA Colunista do NY Times, Prêmio Nobel de economia, professor e escritor.
4 Steve Jobs EUA CEO da Apple
5 W Chan Kim & Renée Mauborgne Korea/EUA Acadêmicos - Insead. Autores de “A Estratégia do Oceano Azul”
6 Muhammad Yunus Bangladesh Economista e fundador do Grameen Bank
7 Bill Gates EUA Fundador da Microsoft e filántropo
8 Richard Branson Inglaterra Empresário e fundador da Virgin
9 Philip Kotler EUA Acadêmico - Northwestern University
10 Gary Hamel EUA Consultor e co-fundador do Mlab
11 Michael Porter EUA Acadêmico - Harvard
12 Ratan Tata India Chairman da Tata
13 Ram Charan India Coach executivo
14 Marshall Goldsmith EUA Coach executivo
15 S.Kris Gopalakrishnan India Co-fundador e CEO da Infosys
16 Howard Gardner EUA Acadêmico - Harvard
17 Jim Collins EUA Consultor
18 Lynda Gratton Inglaterra Acadêmico - London Business School
19 Tom Peters EUA Consultor e escritor
20 Jack Welch EUA Executivo aposentado
21 Eric Schmidt EUA CEO do Google
22 Joseph Stiglitz EUA Columbia Academic
23 Kjell Nordstrom & . Ridderstrale Suécia Palestrantes e acadêmicos
24 Vijay Govindarajan India/EUA Acadêmico residente na GE
25 Marcus Buckingham Inglaterra Palestrante
26 Richard D’Aveni EUA Acadêmico - Dartmouth
27 Rosabeth Moss Kanter EUA Acadêmico - Harvard
28 Clayton Christensen EUA Acadêmico - Harvard
29 Stephen Covey Inglaterra Palestrante e escritor
30 Thomas Friedman EUA Colunista New York Times
31 David Ulrich EUA Acadêmico - University of Michigan
32 Roger Martin Canadá Reitor da University of Toronto Business Information Centre
33 Henry Mintzberg Canadá Acadêmico - McGill
34 Daniel Goleman EUA Consultor e autor de “Inteligência Emocional”
35 Chris Anderson EUA Editor-chefe da Wired e autor de “Cauda Longa”
36 Warren Bennis EUA Acadêmico - University Southern California
37 Robert Kaplan&David Norton EUA Consultores
38 Jeff Immelt EUA CEO da General Electric
39 Don Tapscott Canadá Consultor
40 Nassim Taleb Líbano Acadêmico
41 John Kotter EUA Acadêmico - Harvard
42 Niall Ferguson Inglaterra Acadêmico da Harvard e Oxford
43 Charles Handy Irlanda Escritor
44 Rakesh Khurana India/EUA Acadêmico - Harvard
45 Manfred Kets De Vries Holanda Acadêmico - Insead
46 Tammy Erickson EUA Author and Consultant
47 Costas Markides Chipre Acadêmico - London Business School
48 Barbara Kellerman EUA Acadêmica - Harvard
49 Rob Goffee & Gareth Jones Inglaterra Acadêmicos
50 Jimmy Wales EUA Co-fundador do Wikipedia

Fonte: Forbes e Crainer Dearlove consultoria

Fonte: Silicon

# ERRATA: Eric Schmidt não é co-fundador do Google, apenas CEO. Fundadores são Larry Page e Sergey Brin. Obrigado, Sérgio, por detectar o erro. #

Pode ser que você não tenha sentido o fantasma da crise ou já tenha superado. Talvez sua empresa faça parte do invejável grupo que não para de crescer e crise não seja uma palavra que a amedronte. Em qualquer caso, você e sua empresa enfrentarão uma crise algum dia. Esteja preparado.

Aqui estão 42 dicas —a peso de ouro— que Tom Peters apresentou em sua palestra na ExpoGestão, sexta-feira passada em Joinville. Essas dicas nada mais são que um super resumo de uma seção do seu blog chamada “Success Tips” e que já virou um grande e-book, e hoje está na de número 175 (infelizmente, só em inglês).

  1. Chegue cedo.
  2. Saia tarde.
  3. Trabalhe mais.
  4. Você deve trabalhar de forma satisfatória ganhando menos; e mais, aprenda a lidar com situações desagradáveis com um sorriso—mesmo que isso lhe mate por dentro.
  5. Ofereça-se para fazer mais.
  6. Você vai mais longe que os outros e sempre leva boas atitudes para o trabalho.
  7. Você literalmente pratica o “cara-a-cara” no espelho todas as manhãs, e no meio das tardes.
  8. Você finge se suas boas atitudes cessarem.
  9. Você dá um novo sentido às ideias e pratica intensamente a “gestão transparente”.
  10. Você cuida de você mais que o normal e encoraja as pessoas a fazerem o mesmo — bem-estar físico contribui para o bem-estar mental e a resposta ao estresse.
  11. Você não se preocupa com a merda desmoronando barranco abaixo em sua direção, ao invés, compra uma pá e uma capa de chuva no Mercado Livre.
  12. Tente esquecer “os velhos tempos”—nostalgia é auto-destrutiva.
  13. Você se anima pensando “isto vai passar”—mas você se lembra que isso pode não passar logo, então você se dedica a dar o seu melhor com o que você tem agora.
  14. Você usa o telefone e usa um pouco mais — sem mantém em contato com todos amigavelmente.
  15. Você frequentemente cria pausas na sua rotina, incluindo algumas “estranhas”— essas pausas combatem a apatia e trazem novas perspectivas.
  16. Você evita todos os tipos de excesso pessoal.
  17. Você simplifica.
  18. Você trabalha os detalhes como nunca antes.
  19. Você trabalha os detalhes como nunca antes.
  20. Você trabalha os detalhes como nunca antes.
  21. Você constrói e mantém a todo custo os seus padrões de excelência, os quais serão a melhor forma de avaliar o seu desempenho.
  22. Você fica louco quando tem que responder ao menor erro.
  23. Você encontra maneiras de se cercar por pessoas jovens e mantê-los por perto—eles têm maior probabilidade de não ser membros da escola “salve-se quem puder!” [mais corajosos e otimistas].
  24. Aprenda coisas novas do seu trabalho.
  25. Você deve se lembrar que isso não é “só mais  um”, é a última prova do ano.
  26. Pratique network como uma fera.
  27. Pratique network dentro da empresa—pra conhecer mais as pessoas que fazem o verdadeiro trabalho.
  28. Pratique network fora da empresa—pra conhecer mais as pessoas que fazem o verdadeiro trabalho de relacionamento com o cliente.
  29. Agradeça aos outros pela sobrecarga se boas coisas acontecerem—e assuma todo o peso se coisas ruins acontecerem.
  30. Você deve ser gentil, mas não engula ou esconda a verdade—pessoas conseguem aceitar uma verdade desagradável, mas não perdoam omissões.
  31. Você deve tratar pequenos sucessos como se fossem finais de campeonato—e comemorar dessa forma.
  32. Você ignora as perdas (não ligue para o que está acontecendo na sua barriga), volte logo para a posição e tente de novo imediatamente.
  33. Você evita pessoas negativas a todo custo—contaminação mata.
  34. Você dá um novo significado à palavra “reflexão”.
  35. Você não destina uma verba fixa para flores. “Vistosas e coloridas” basta.
  36. Você redobra, retriplica seus esforços de “se colocar no lugar do cliente”. (Especialmente quando a coisa estiver feia.)
  37. Você cuida dos seus modos —e aceita a falta de modos dos outros para evitar conflitos.
  38. Trate todo mundo bem.
  39. Deixe seus sapatos brilhando.
  40. Deixe os problemas na porta do escritório.
  41. Torne-se um exemplo para os outros em finanças pessoais.
  42. Agora você reza.

Livros de marketing e negócios são relativamente caros, portanto se você costuma comprar com boa frequência, deve estar conformado em gastar uma boa grana com eles. Criei esta lista para mostrar que é possível comprar excelentes livros a excelentes preços.

Desde que eu iniciei o meu projeto de construir uma boa biblioteca dentro de 10 anos, tenho comprado cerca de 3 livros por mês. Claro que prefiro livros novos, mas seria difícil manter a média se comprasse apenas novos, então, foi quando conheci o Estante Virtual, um site que reúne sebos de todo o Brasil e vende livros em ótimo estado de conservação até 4x mais baratos.

Escolhi a dedo 20 grandes livros de marketing (ou relacionado à área) que você precisa ler e, se possível, ter na sua coleção. Muitos deles, revolucionaram a maneira de fazer marketing, outros são inestimáveis fontes de inspiração e provocação que nenhum curso do mundo é capaz de proporcionar.

Agradeço ao Paulo Peres e Alessandra Tussi por algumas das indicações. Clique na capa do livro pra ir ao site.

1. As 22 Leis Consagradas do Marketing, Al Ries & Jack Trout
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2. Alongando a Marca, David Taylor
Por que 1 em cada 2 extensões falha e como evitar esse risco.
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3. Além das fronteiras do Core business, Chris Zook
Expandindo mercado sem abandonar as raízes

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5. Posicionamento, Al Ries & Jack Trout
A batalha pela sua mente

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5. Livro Vermelho de Vendas, Jeffrey Gitomer
12,5 princípios de excelência em vendas
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5. Foco, Al Ries
Uma questão de vida ou morte para a sua empresa

260509_foco


7. Bom Senso em Marketing Direto, Drayton Bird

260509_mktdireto


8. Brand Equity, David A.Aaker
Gerenciando o valor da marca

260509_brandequity


9. Marketing de Permissão, Seth Godin
Transformando desconhecidos em amigos e amigos em clientes
Marketing de Permissão


10. Buzz Marketing, Georges Chetochine
Sua marca na boca do cliente
260509_buzz

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