Você está em ‘história’

Aprendemos na escola que o homem é superior às outras espécies porque é o único capaz de pensar, analisar, interpretar e criar. Então, como explicar que a humanidade só começou a evoluir de verdade nos últimos 45.000 anos, cerca de 400.000 anos depois da descoberta do fogo, linguagem, ferramentas e até da cultura? A resposta não está na biologia, mas na economia com o termo “cérebro coletivo” ou como é mais conhecido: a inteligência coletiva.

O homem não é apenas o único a raciocinar, é também o único a trabalhar em equipe em busca de um objetivo comum (os chinpanzés e gorilas também, mas de forma muito primitiva). Grosso modo, podemos dizer que a troca de conhecimento evoluiu a humanidade até os dias de hoje. A criatividade ou inteligência por si só não significa muita coisa sem a consciência do coletivo. O cérebro é extremamente poderoso, agora imagine centenas, milhares, milhões dele unidos.

Conforme o sábio economista Leonard Read exemplicou: “Ninguém. Literalmente ninguém, sabe como fazer um lápis. O conhecimento necessário para moldar, minerar, extrair, sintetizar, combinar, fabricar e vender veio da mente de milhares, talvez de milhões de pessoas”.

Embora a maioria de nós não tenha consciência dos benefícios da inteligência coletiva, ela está cada vez mais presente. É muito comum se ouvir falar sobre “troca de experiências”, por exemplo quando um professor fala que não sabe tudo e que esta ali também pra aprender, a partir da troca de experiências e opiniões. Isso nada mais é que valorizar a inteligência coletiva. Você pode ser um gênio, ser muito talentoso, mas sozinho você é limitado.

Nunca em nenhum curso ou palestra sobre liderança que eu tenha participado mencionou o termo “inteligência coletiva”. E tem tudo a ver! Este talvez seja o argumento mais eficiente para justificar uma boa equipe em um projeto e criar programas para valorizá-los. Quer aprovar um projeto onde as pessoas são fundamentais, baseie seus argumentos nisso. Obrigado ao professor Carlos Nepomuceno pelo interessante post (em que descobri o termo).

Matt Ridley que escreveu o espetacular artigo “Evolution and Creativity: Why Humans Triumphed”, defende que um dos principais fatores da evolução humana foi o comércio (escambo, obviamente). Algo que só aconteceu com o Homo Sapiens, cerca de 80-120 mil anos atrás. Os estudiosos perceberam que em locais onde a civilização era fragmentada ou separada, o primitivismo permaneceu. O benefício das trocas significou mais do que adquirir coisas novas, não foi apenas material, ela levou o homem a inventar a invenção. Isso nos leva à outro termo chamado “sexo de ideias” e que acontece várias e várias vezes no dia-a-dia das empresas, agências de propaganda e até na vida pessoal. Acredito que seja auto-explicativo, não?

O mundo de hoje gira em torno do coletivo; liderança, crowdsourcing, social media, buzz, criatividade e inovação são alguns dos assuntos ou atividades impossíveis de separar da inteligência coletiva. É importante ter consciência de que unindo forças, podemos chegar mais longe. Fazemos isso a vida toda na escola, na faculdade; por que alguns não dão o devido valor quando estão nas empresas?

Abaixo um trecho do artigo de Matt Ridley:

O comércio é para cultura o que o sexo é para biologia. Esse intercâmbio torna a mudança cultural algo coletivo e acumulativo. Sendo possível que o homem se baseie em invenções feitas por toda sociedade, não apenas em seu bairro. A taxa de progresso cultural e econômico depende da taxa com que as ideias fazem sexo.

Em outras espécies, grandes populações não geram inovação. Isso só acontece nos seres-humanos, porque apenas o homem têm o hábito de negociar coisas aparentemente sem relação, com individúos do sexo oposto e até desconhecidos. Então, aqui está a resposta para o enigma da evolução do homem. Ela foi gerada pela invenção de um cérebro coletivo que só foi possível após a invenção da troca.

Eu faço parte do grupo que acha que uma das melhores maneiras de lidar com os problemas do presente é estudar o passado. Talvez porque eu seja apaixonado por história antiga e muito curioso. Ou porque seja óbvio: se muitos superaram problemas e conquistaram o sucesso, eu posso aprender com eles.

O que aprenderíamos se estudássemos a história de empresas como: Levi’s, Dell, Prada, 3M, Microsoft, McDonald’s,  Tam, Starbucks, Lacoste, Ford? Provavelmente, as lições aprendidas seriam mais ou menos como estas 10  aqui:

  1. Não siga cegamente os teóricos e suas regras
  2. Seja inovador sem inventar nada
  3. Seja capaz de mudar de opinião e de direção
  4. Quando estiver em algum lugar, esteja realmente presente
  5. Se você está com um problema para resolver, levante casos semelhantes ao que você está vivendo
  6. Na dúvida, pergunte ao consumidor
  7. Não desista: toda empresa passa por dificuldades
  8. Não se acomode nos momentos de prosperidade
  9. Ame o que você faz
  10. Acredite que você é capaz

[10 dicas extraídas do livro "Oportunidades Disfarçadas", de Carlos Domingos]

O 1 por cento

3 de março de 2010 • TEMAS: Comportamento / Marketing / /

Estimo que essa seja a proporção das coisas boas na vida. 1% de todas as bandas do mundo são talentosas, 1% de todos os filmes feitos valem o ingresso do cinema, 1% (possivelmente menos) das pessoas do mundo são realmente interessantes e os 99% dos profissionais no mercado hoje são mais ou menos iguais.

Essa é a minha visão particular da Regra do 1%. Ela diz que apenas 1% de todos os internautas são responsáveis por todo o conteúdo da rede, enquanto 9% editam, comentam e espalham (contribuem) e os 90% restantes consomem e leem passivamente sem contribuir com nada.

Talvez as empresas estejam dedicando tempo demais à maioria. Tudo bem que são eles que garantem o salário de todos e fazem a empresa andar, mas é o 1% que diz que caminho seguir. É como ouvi certa vez de um professor: “se 99% dos clientes estão satisfeitos, existe 1% insatisfeito”. E é exatamente o 1% que escreve em blogs, participa de comunidades, debatem assuntos e tem coragem de por em prática ideias revolucionárias. Ou seja, eles podem acabar com a sua empresa, como também podem levantá-la.

Bastou 1 cliente insatisfeito (não 1%, um cliente!) para a Ferrari conhecer o seu maior concorrente, o Lamborghini. E quantas empresas não surgiram da insatisfação do 1% que resolveram fazer melhor?

A história pro trás do 1%
Segundo o livro “Citizen Marketers”, o termo surgiu em clubes de motoqueiros radicais que se auto-denominavam “um por cento”. Isso aconteceu depois de uma foto publicada na revista TIME em 1947, na qual aparecia um homem em pé em uma Harley-Davidson rodeada de garrafas quebradas de cerveja. A legenda dizia “Feriado dos motoqueiros: Ele e amigos aterrorizam cidade”. Isso levou as pessoas a pensarem que todos os motoqueiros eram assim – ou seja, que não existia o 1%.

Um curioso professor universitário chamado William L. Dulaney resolveu estudar esses motoqueiros e chegou à conclusão de que eles não eram pró-crime, e sim anti-burocratas. Eles não aceitavam o que era comum para maioria das pessoas. Dulaney percebeu que eles funcionavam em forma de comunidade, viviam do jeito que gostavam, fazendo cara de mau, bebendo cerveja e andando de moto.

Posteriormente, a revista publicou a seguinte nota: “Nós reconhecemos que houve desordem em Hollister, não ato dos 4000 motoqueiros que estavam lá, mas apenas uma pequena porcentagem desse número.”

A relação com o boca-a-boca
O 1% são uma espécie de “consumidores fora-da-lei”. Eles não agem como a maioria, costumam ser chatos, perspicazes e cheios de argumentos vigorosos. Por outro lado, eles também são os que mais gostam de dar idéias e, possivelmente, serão eles que irão defender (ou atacar) sua marca quando o cerco se fechar.

O 1% é o princípio por trás do famoso boca-a-boca. São eles que irão disseminar sua mensagem de tal forma que publicidade não será necessária.

Essa é a história da Bacon Salt, uma empresa criada por 2 caras do ramo da tecnologia e resolveram abrir um negócio no ramo alimentício sem nenhuma verba de marketing. A empresa deu certo porque as pessoas adoram bacon e queriam comer tudo com aquele sabor (Bacon Salt é um tempero), mais do que isso, adoram falar sobre como o produto melhora suas vidas. Não demorou para surgir uma tribo de mais de 40 mil adoradores do Bacon Salt na internet. 1% por cento pode parecer pouco, mas o suficiente para multiplicar seus resultados.

Não desanime quando o mercado estiver ruim. Por mais difícil que esteja, saiba que poderia ser muito pior. Você poderia ser um vendedor japonês na Europa logo após a 2ª Guerra Mundial.

Normalmente, as pessoas não gostam de vendedores. Estão sempre tentando empurrar mercadorias que nem sempre a gente quer. Os mais irritantes são os vendedores de porta em porta, em sua grande maioria invasivos e insistentes. Agora, imagine um vendedor de porta em porta japonês no período pós-guerra!

Ao lado de alemães e italianos, os japoneses eram apontados como os grandes responsáveis por todo o sofrimento, morte e destruição que assolavam o velho continente. Por isso, aonde ia, o vendedor Komashio era recebido com hostilidade, desconfiança e até ameaças.

Como desgraça pouca é bobagem, ele tentava vender rádios japoneses numa época em que eletrônicos orientais eram sinônimos de péssima qualidade. Então, por que Komashio não retornou a seu país? Simples: se na Europa estava ruim, no Japão estava ainda pior. O comércio de produtos estava praticamente parado, numa nação totalmente devastada. Para não ser obrigado a fechar as portas, o fabricante dos tais rádios portáteis decidiu enviar seus vendedores para mercados mundo afora. Mas, depois de meses de tentativas frustradas em território europeu, Komashio não havia vendido um único aparelho.

Certo dia, em Hamburgo, ao oferecer os rádios a uma loja de pianos, o japonês escutou do proprietário:

— Não estou interessado. Só trabalho com produtos de qualidade.
— Se eu pagar, o senhor aceita ao menos expor o produto?

O homem coçou a cabeça pensativo, viu que não tinha motivo para recusar e, em troca de dinheiro vivo previamente pago, aceitou expor o aparelho na vitrine por uma semana.

Komashio ficou animado, era a primeira vez que expunha seu produto. Ficou preocupado também. Sabia que, se os rádios não vendessem, ele teria que retornar a seu país com missão fracassada.

O japonês parou numa esquina próxima e ficou observando os pedestres que passavam em frente à loja. Para sua decepção, ninguém prestava atenção nos produtos. Afinal, eram apenas rádios comuns de uma marca desconhecida. Ele ficou matutando sobre como poderia reverter aquela situação. Enfiou a mão no bolso e contou o que restava do seu pouco dinheiro. Não daria pra investir em propaganda, divulgação, nada. Nada? Pensava nisso quando avistou um grupo de estudantes que vinha conversando animadamente pela rua.

Foi então que o vendedor teve uma ideia insólita: convidou os jovens a assistirem uma demonstração sobre a qualidade e a potência dos rádios. Depois, perguntou quem havia gostado dos aparelhos. Seis rapazes ergueram as mãos. Komashio perguntou:

— Se eu pagar uma pequena quantia, vocês aceitam promovê-lo?

Ontem ou hoje, aqui ou na Europa, estudantes estão sempre iguais: duros. Por isso, aceitaram fazer o que o homem pedia. Eles deveriam entrar, um a um, na loja de pianos e dizer ao proprietário: “gostaria de ouvir aquele rádio”. Depois de experimentá-lo, deveriam tecer elogios. Algo do tipo: “além de portátil é fácil de mexer e o som é muito bom”. Finalmente, deveriam comprar o produto e entregá-lo a Komashio.

Antes que você pense que isso é absurdo, saiba que foi dessa forma que a marca Sony entrou na Europa. No final daquela semana, o gerente recebeu Komashio com um largo sorriso: “Me mande mais rádios, estão tendo boa saída”.

Moral da história:
(investir) Dinheiro só ajuda a decolar um negócio se houver uma grande ideia.  Os verdadeiros empreendedores são aqueles transformam o pouco em muito.

[Trecho retirado do livro "Oportunidades Ameaçadas".]

Tristes casos de nomes de marca

15 de maio de 2009 • TEMAS: Marcas / /

coca_orientalCriar nomes para produtos ou marcas pode parecer simples, mas dada a responsabilidade que envolve nomear um produto, é uma das coisas mais trabalhosas e difíceis que considero na atividade do marketing. Ao contrário do que pessoas de outras áreas podem pensar, um bom produto não salva um péssimo nome assim como um ótimo nome não salva um produto fraco.

A criação de um nome deve passar por uma ampla pesquisa, mas não foi o que aconteceu com as empresas a seguir, que deram nomes aos seus produtos sem levar em conta sua riqueza semântica, apenas sua sonoridade e relação com o produto. Na verdade, naming envolve tudo isso e mais um pouco.

Vamos ver agora alguns casos clássicos de empresas que cometeram erros ao dar nome a produtos sem fazer o dever de casa direito.

  1. A Reebok teve que colocar pé no freio depois lançar um tênis feminino chamado Incubus. Segundo o dicionário, Incubus é um espírito que se apodera do corpo das  mulheres para fazer sexo enquanto elas dormem.
  2. A equipe de marketing da Umbro não pesquisou direito quando lançou o tênis Zyklon. Em agosto de 2002, pessoas denunciaram a marca pela sua “insensibilidade”. Esse é o nome do gás letal utilizado nos campos nazistas na 2° guerra mundial.
  3. Essa, nós brasileiros, vamos achar engraçada. Uma empresa norte-americana lançou um burritos —receita mexicana de massa com carne— tamanho gigante. Para mostrar que o produto era realmente grande, o nome escolhido foi Burrada. Que tal? Vai uma Burrada aí?
  4. A marca de armas Beretta existe desde 1526 e ainda assim a General Motors fez a besteira de lançar um carro com o mesmo nome. O processo custou $500.000 à montadora, e esperamos que ela tenha aprendido a lição.
  5. O caso do velho Corcel é um dos mais famosos aqui no Brasil. A Ford o lançou no mundo com o nome de Pinto. Não preciso nem dizer que fim levou o Pinto né…
  6. A Mistubishi também aprendeu a lição com o Pajero, que em espanhol significa “quem se masturba”. Obviamente, em todo o mercado latino, a companhia japonesa comercializou o veículo como Mitsubishi Montero (e Shogun, nos EUA).
  7. A empresa de cosméticos Estee Lauder estava prestes a exportar a linha de maquiagem Country Mist, quando a equipe alemã observou que na língua deles, “mist” (garoa, vapor d`água) era uma gíria para estrume. Na Alemanha, o produto virou Country Moist (úmido).
  8. Na Finlândia, há uma fábrica de veículos chamada Super Piss. Imagine a dificuldade de uma empresa que se chama Super Xixi enfrentaria para entrar em outros mercados.
  9. A empresa japonesa de turismo Kinki estranhou quando entrou em mercados de língua inglesa  começou a receber solicitações de pacotes “para adultos”. Eles mudaram o nome, afinal, seria estranho levar a família para viajar em uma empresa que se chama excitante.
  10. Outro caso japonês é o da marca de café Creap. Mais uma palavra pouco usada, que talvez nem esteja nos dicionários, mas que está na cabeça das pessoas e isso que importa. Creap significa mais ou menos “dar de ombros”, aquele gesto que você faz quando não se importa.

Fonte: BSI

Existem marcas que são voltadas para vendas que não entendem a diferença entre o marketing e vendas, e que lucram a curto prazo ao custo de comprometer o sucesso da marca a longo prazo. Existem marcas que se esforçam para sobreviver porque simplesmente possuem muitos produtos no portifólio e pouca diferença entre eles, já que não se dedicam a gerenciar cada marca adequadamente. E existe, talvez a pior de todas as marcas, aquelas que são administradas por agências de propaganda porque simplesmente os donos não tem conhecimento ou recursos suficientes para contratar alguém que saiba o que fazer. Ao invés da visão macro do branding, essas marcas tem um monte de estratégias de comunicação, mas muito pouco além disso.

O branding surgiu para resolver os problemas descritos acima pelo professor da London Business School, Mark Ritson, em seu artigo “O Nascimento da Gestão de Marcas”.

Philip Kotler ainda era um bebê de colo e David Aaker ainda nem existia quando a Procter & Gamble revolucionou a maneira de administrar o seu negócio, formando equipes específicas para cada uma de suas marcas em 1931. O homem por trás da mudança foi Neil McElroy, um inquieto rapaz de 27 anos que entrara como estagiário —entregando correspondências— seis anos antes e já era gestor de promoções da já grande P&G, além de ser a principal mente de marketing da empresa. 17 anos depois, Neil se tornaria o presidente, cargo que só deixaria para servir o governo dos Estados Unidos em 1957.

A ideia original de gerenciar cada marca separadamente foi de R. R. Deupree, o então presidente da empresa, mas Neil foi responsável por formalizar e executá-la brilhantemente. Neil McElroy criou um memorando que praticamente deu origem ao que conhecemos hoje como branding. Seu memorando de três páginas deixava claro as atribuições dos “homens de marca” da P&G, que consistia basicamente em:

  • Estudar o passado publicitário e promocional da marca, estudar a personalidade de cada região, tanto varejistas como consumidores a fim de encontrar a melhor solução
  • Preparar a equipe de vendas fornecendo o material necessário
  • Analisar vendas e desenvolver planos de marketing, monitorando o progresso através de métodos de pesquisas apropriados
  • Reunir-se com as equipes regionais de vendas e assegurar que o plano de marketing está sendo executado corretamente em cada área
  • Registrar o que for necessário e realizar estudos de campos para verificar se o plano de marketing alcançou o resultado esperado
  • Responsabilidade total sobre embalagens e ações promocionais
  • Responsabilidade total sobre a publicidade, tanto financeiro quanto criativo não apenas criticando peças isoladas, mas o propósito das peças para as marcas
  • Reunir-se com gerentes regionais algumas vezes por ano para discutir possíveis falhas na promoção da região
  • Fazer tudo isso com o suporte da equipe de pesquisa e assistentes dedicados exclusivamente à marca

Maiores Homens de Negócios da História

Quem é empresário ou trabalha no alto da hierarquia de alguma empresa com certeza tem alguém em quem se espelha. Geralmente é algum pioneiro do setor, mas às vezes é o seu pai ou um antigo chefe. É sempre bom ter um “modelo” na profissão, Sam Walton no varejo, Walt Disney no mercado do entretenimento, Henry Ford no automobilístico, Leo Burnett na propaganda. Mas é muito melhor se você tiver vários modelos. Veja os 10 dos maiores homens de negócios do mundo e tente extrair algo da história deles, a maioria foi pioneira na forma de pensar e agir, o que é fundamental nos negócios em qualquer época.

 

1.Henry Ford

Ao lado de nomes como Walt Disney, Thomas Watson e Bill gates, Henry Ford foi um dos homens mais inovadores da história. Não deve haver uma única pessoa no ramo dos negócios que não o conheça.

Ford fabricou um carro a preço mais acessível —graças ao seu avanço na linha de montagem—, pagava maiores salários, tinha alta produtividade e estava sempre a busca dos melhores mecânicos e engenheiros do país.

Maior feito: fazer as pessoas desejarem um carro.

Curiosidade: Henry era anti-semita.

2. J. P. Morgan

A maioria deve conhecer como o famoso banco de investimentos norte-americano. Mas quem foi John Pierpont Morgan? Ele foi provavelmente o maior investidor de todos os tempos e teve papel fundamental na indústria norte-americana. Morgan arranjou a fusão das 2 empresas que formaram a General Electric. Também negocious a fusão de outras empresas, principalmente no lucrativo ramo do aço.

Maior feito: salvar duas vezes os EUA da depressão econômica com dinheiro do próprio bolso. Ao todo, Morgan emprestou $65 milhões em ouro ao tesouro americano.

Curiosidade: Na época da Guerra Civil, Morgan comprava armas deterioradas por $3,50, as reformava e vendia pro exército por $22 cada.

3. Sam Walton

O fundador do império varejista Walmart possuia conceitos que podem parecer óbvios hoje em dia, só que 50 anos atrás não eles não eram tão óbvios assim. Walton levou um mercado de qualidade para os bairros, antes restritos aos pequenos mercados. Dentre várias outras pequenas inovações, Walton elaborou uma poderosa rede de distribuição que foi fundamental para a expansão da maior rede de varejo do mundo.

Maior feito: difundir o conceito de “preço baixo”, utilizado pela grande maioria dos supermercados no mundo todo.

Curiosidade: Sam Walton era um caipira durão, porém simples. Ele adorava cachorros e caminhonetes.

4. Alfred Sloan

Maior feito: Salvar a GM da falência com as suas inovações como: trabalhar o conceito de cada carro (e sua marca) como se fosse único e criar automóveis para diferentes tipos de pessoas. Sloan também leva crédito das mudanças anuais que ocorrem nos modelos dos carros a cada ano.

5. Lou Gerstner

Maior feito: Fazer a IBM lucrar $5.3 bilhões com a internet. Gerstner uniu unidades distantes e, com isso, aumentou o desempenho da companhia.

Curiosidade: Embora esteja aposentado, ainda é contratado da IBM, como consultor. Ganhando $2 milhões por ano até 2012, quando seu contrato vence.

6. John D. Rockefeller

Maior feito: Levantar um império petroleiro de $19 bilhões (valor atualizado), semelhante ao retratado no filme “Sangue Negro. Ainda no século XIX, Rockefeller usava táticas de hoje, pressionando, cortando gastos e comprando a concorrência.

7. Steve Jobs

Maior feito: Colocar a Apple de novo no jogo ao criar produtos como iPod e iPhone, que mudaram o mercado e a sociedade.

8. Jeff Bezos

Maior feito: Ensinar o mundo todo a vender pela internet através da Amazon.com. Bezos é conhecido pela sua audácia e propensão a jogadas de risco como dar Frete Grátis sacrificando parte da margem de lucros só pra aumentar market-share.

9. Andrew Carnegie

 Carnegie é conhecido como o barão do aço e do ferro, mas diferente de muitos da época, Carnegie era mais humano e se tornou um grande filantropo. Ele inspirou um dos primeiros livros de auto-ajuda da história, Think and Grow Rich, que já vende mais de 30 milhões de cópias desde 1937.

Maior feito: Doar a maior parte da sua fortuna de $1 bilhão de dólares para promover a paz e a educação.

10. Bill Gates

Maior feito: Mudar para sempre o mundo da informática, criando o software mais usado do mundo.

Veja o restante da lista.

:: O que você irá ler a seguir é um dos mais bem escritos textos publicitários de todos os tempos. The Lazy Man’s Way to Riches foi escrito em 1976 e veiculou durante anos em todos os principais jornais, tornou seu autor Joe Karbo um homem muito famoso. Este texto é até hoje estudado e repassado como um dos melhores exemplos de marketing direto e provavelmente inspirou uma das campanhas mais conhecidas dos últimos tempos. A “não tem preço” do Mastercard. ::

Joe realmente se tornou muito rico. ::


Eu costumava trabalhar duro, 18 horas por dia, 7 dias por semana. Mas eu não comecei a ganhar muito dinheiro até que trabalhasse menos — muito menos. Por exemplo, este anúncio levou cerca de 2 horas para ser escrito. Com um pouco de sorte, ele irá render pra mim 50, talvez, 100 mil dólares.

Que avanço. Eu vou pedir pra você me enviar 10 dólares por algo que não irá me custar mais que 50 centavos. E vou tentar tornar isso tão irresistível que você se sentirá um grande tolo se não fizer.

Darei a você bastante tempo para tê-lo, examiná-lo e experimentá-lo.Se você não concordar que vale pelo menos 100 vezes o que você investiu, devolva.O seu cheque ou dinheiro será devolvido.

A única razão pelo qual eu não envio pra você e depois o cobro ou envio à cobrar é porque ambos os métodos envolvem mais tempo e dinheiro. E eu estou prestes a oferecer a você a maior barganha da sua vida. Porque eu vou lhe dizer algo que demorei 11 anos para chegar à perfeição: Como ganhar dinheiro ao jeito do preguiçoso.

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