Moral da história: o que você está fazendo para chamar de seu? Fabricar é fácil, difícil é criar algo novo e único. E são esses que fazem a diferença.
Você está em ‘Dilbert’
Moral da história: não é que as pessoas não querem ouvir a sua história, elas não querem ouvir você.
OBS.: “Síndrome de encarceiramento” é uma condição rara semelhante ao coma ou estado vegetativo em que o paciente não consegue se mover, a diferença é que ele permanece consciente.

Moral da história: profissionais estúpidos não sabem que eles são estúpidos.
OBS.: o real motivo de ter colocado esta tira aqui é que achei ela uma das mais engraçadas dos últimos tempos.

Moral da história: Deixe as pessoas fazerem o trabalho para qual elas são pagas. O trabalho da empresa é contratar os melhores e fornecer as condições necessárias para eles desempenharem o seu trabalho, não refazer ou contestar. Esse é um dos segredos das empresas de sucesso.
Moral da história: na verdade, esta tira não tem uma moral. É apenas muito engraçada. Mas ela é engraçada por que acontece ou ela é engraçada por que é exagerada? Fica a questão.

Moral da história: Estamos em 2011, na era do lado-direito do cérebro; onde criatividade, iniciativa e visão são as características mais desesperadamente procuradas pelas empresas. O trabalho mudou, os problemas mudaram e é preciso ter uma cabeça do século XXI para entender que às vezes o que não parece trabalho pode render bons resultados lá na frente.

Moral da história: essa tira é genial! Resumindo, ela mostra como linguagem corporativa pode ser vaga. “Fazer mais com menos?” Menos como se você passa cada vez mais tempo na empresa? Mais como se o orçamento só diminui? Se você quer fazer mais com menos, compile em um pequeno guia prático como os funcionários podem fazer algo aparentemente impossível. Estimule a visualização ou ninguém moverá um dedo.
Além disso, a tira cita dois conceitos interessantes que é legal saber, o de microgerenciamento –quando o gerente quer cuidar de tudo– e o espiral da morte. Esse último, é mais difícil de explicar porque tem aplicações diferentes para cada área. Grosso modo, significa ficar preso a ciclos financeiros viciosos de onde é muito difícil sair (por isso “morte”), geralmente causado por empréstimos ou pela queda da estrutura de compartilhamento de risco das seguradoras.

Moral da história: Embora a tira use um assunto delicado como salários, essa não é a moral. A informação é. Algumas empresas constroem muros para que os funcionários não conheçam o mercado. As melhores constroem meios de manter seus funcionários o mais informado possível. Ainda assim, vale comentar sobre o salário. As pessoas só se sentem mal-pagas em três casos: 1) acham seu salário incompatível com a qualificação profissional; 2) A sobrecarga de trabalho e acúmulo de funções não compensa; 3) A empresa é um saco.









