
Essência
Use a essência do produto. Demonstre sua principal vantagem com palavras simples e claras. É tanto tangível como memorável.
O produto é a mensagem
Sempre que possível, use o produto como protagonista em cena, não apenas uma mercadoria. Isso se provou um método tremendamente eficiente em fazer as pessoas lembrarem dele. Porque o elemento provocante da propaganda é também o elemento que vende o seu produto. Isso é algo tão simples, e tão difícil se executar.
Unicidade
Texto e arte devem estar completamente integrados. Eles devem ser concebidos como uma coisa só, desenvolvidos como uma coisa só.
Personalidade
Propaganda deve possuir vitalidade. Essa exuberância é às vezes chamada de “personalidade”. Quando a propaganda tem uma personalidade, ela é persuasivamente diferente; e é única em comparação às outras. Você deve lutar para conseguir por “vida” na sua propaganda.
Esqueça os adornos
É um pouco menos do que inútil usar o chamado “gimmick” na publicidade — a não ser que o próprio gimmick conte a história [do produto].
Honestidade
Fale a verdade. Primeiro, porque é um grande gimmick. Segundo, porque você vai pro céu. Terceiro, porque gira o estoque uma vez que as pessoas irão confiar em você.
Relevância
Seja relevante. A mais linda execução criativa irá render um grande “E daí?” se não fizer sentido na vida, família, trabalho, etc. Sempre prefira um anúncio relevante a outro excitante, porém irrelevante.
Direto
Seja simples. Não bobo, mas decidido [concentre-se em uma coisa por vez]. Quem tem tempo ou desejo de ouvir/ver propaganda?
Ousadia
Ideias seguras podem lhe matar. Se já fou feito antes, seus concorrentes estarão prontos para elas. Sua única chance de ganhar a disputa é como algo que nunca foi feito antes. O que significa que nem você já viu antes. Seja corajoso!
Apareça
Projete-se. Se ninguém souber da sua campanha, tudo foi desperdiçado [dinheiro, tempo, oportunidade, etc].
Fonte: Branding Strategy Insider
A frase favorita dos antigos publicitários é “quem não é visto, não é lembrado”. Isso vem de muito tempo atrás quando, para ser conhecida, a marca precisava anunciar e, claro, quem anunciava estava muito a frente daquelas que não investiam (ou investiam pouco) em propaganda. A frase não perdeu sua veracidade. “Lembrar” ainda é um dos principais objetivos da publicidade. O que nos leva ao famoso recall — o índice de lembrança que uma pessoa tem de uma determinada marca. É algo importantíssimo para a propaganda, mas que parece ter se perdido com o passar do tempo, quando agências de publicidade (veículos também) começaram a surgir de todos os cantos. Todo mundo pode anunciar hoje, mas poucos, muito poucos permanecem na mente.
Coloque-se no seu lugar. Se você quer criar uma relação próxima com a pessoa (e esse é o maior benefício do e-mail), é preciso deixar claro quem você é. Eu nunca tinha visto 5 peças em 1 e-mail só! Resista à tentação de fazer parte daquele super-mailing, não há nada pior do que a sensação de ser “só mais um”. Isso gera confusão, não cria o menor vínculo com a pessoa que recebe e todos saem prejudicados. Então, se você quer enviar um e-mail marketing, comece sendo você mesmo e criando seus próprios amigos.
Eu estranhei quando vi um livro sobre redação publicitária escrito por alguém que não era exatamente um publicitário. Mas o título do seu livro (ao lado) havia me fisgado totalmente, o que indicava que ele era realmente bom com as palavras.
Conheci seu trabalho no ano passado, quando tomei conta de uma cópia de Advertising Secrets of the Written Copy que peguei na biblioteca da universidade em que fazia um curso. Apesar de ser focado em textos longos, considerei seu conteúdo inestimável. Ao devolver o livro, quase pude sentir uma lágrima escorrendo… definitivamente, eu precisava ter o livro na minha estante! Mas ele era pesado, grande e não era vendido no Brasil.
Quando se trata de aprendizado, estou certo de que não há o melhor livro do mundo, mas eu acredito que exista o livro certo pra você em determinada fase da sua carreira. E, esse, é o melhor livro do mundo que você pode ler.










