Se você tem lido publicações especializadas em negócios e marketing nos últimos 2 anos,  já está convencido do poder do Twitter para o seu produto, serviço, marca ou sua carreira. Todos as principais revistas, jornais e portais vêm dedicando bastante espaço para esse fenômeno da internet; atraindo executivos do alto escalão das empresas a criarem  uma conta. De Bill Gates a Richard Branson passando por Eric Schmidt. Além disso, milhares de blogueiros e micro empresas descobriram no Twitter uma ferramenta única de relacionamento e prospecção de clientes.

Selecionei as 33 melhores dicas para se tirar o máximo dessa ferramenta sem erros. Elas estão separadas por categoria: geral (para todos), empresas (twitter de marca ou produto) e pessoal. Todas as dicas foram extraídas do Powerpoint “140 Twitter Marketing Tips”.

- A cada tweet você dá às pessoas duas opções: retweet ou unfollow. @claymabbitt

- Lembre-se que tweet significa piar, não cacarejar.

- @Arsene333 Pense no Twitter como sua própria campanha de relações públicas.

- Você não vai entender social media até você usar. @VisitFingerLake

- Twitter é um grande crivo. CEOs, gurus e pessoas comuns todos têm que dar o melhor de si em 140 caracteres. @karamartens

- Não planeje demais nem teste demais. Apenas faça e veja se funciona. @tushin

- Todos tweets são lidos - não apenas os sobre sua marca ou marketing. Tenha cuidado com o que você diz!

- NÃO FIQUE PRESO! Fale com as pessoas que gastam tempo mencionando você, seguindo você ou mandando direct message pra você.

- @sarahebuckner: Fico louca quando as pessoas passam horas sem postar e então postam 9 vezes seguidas. Se fizer isso com frequência, eu paro de seguir.

- @Arsene333: Antes de você clicar em enviar pergunte a si mesmo: “eu seguiria essa pessoa com base neste único tweet?” Se for sim, clique enviar.

- @jecates Seguir milhares de pessoas esperando receber mais atenção é mais provável que você seja bloqueado do que seguido.

- Não apenas fale sobre seu produto, fale sobre sua expertise e fale sobre isso com os consumidores e potenciais consumidores.

- @MoxieMarketing crie uma estratégia antes de pular no Twitter. O que você quer com isso? Quem você quer alcançar?

- @KevinEikenberry Os 3 P’s do mkt no Twitter é ser Provocativo, Proporcionar valor e, o mais importante, Pessoal.

- Ater-se a mensagens é perigoso. Aprenda a se adaptar e ouça o que eles estão falando sobre seu produto/serviço.

- @LindsayManfredi Twitter se trata de construir relacionamento e confiança. Use-o de forma inteligente e as pessoas entenderão isso. Por favor, não tente me vender nada.

- @JustShireen Fale. Intereaja, responda. Isso deveria ser uma conversa, não discurso de vendas.

- Colocar um nome de verdade e um rosto permite consumidores associarem a sua marca ao nível pessoal.

- @LisaMarieDias tenha em mente; mesmo que você não tenha uma multidão de seguidores, com um único tweet você está enviando para a gigantesca rede.

- @hendrylee A experiência nos disse que os primeiros a adotarem uma tecnologia em marketing conquistam uma vantagem injusta sobre os outros que chegam depois.

- Lembre-se que Twitter é comunicação, não marketing. Foque-se em agregar valor à conversa, não vender algo pra alguém.

- Twitter é tão bom quanto as pessoas que você segue.  @lookwebdesign

- Você é a marca!!! Ninguém mais. Você está se vendendo como pessoa e mostrando que vale à pena ser seguido.

- @jacobm Exclua as pessoas que você segue se eles não acrescentarem nada a você.

- Sério, eu realmente não estou nem aí pro que você almoçou hoje. Mas eu gostaria de saber sobre seu momento de inspiração quando cria algo @jennypratt

- @jacobm Siga pessoas que VOCÊ acha interessante, não siga apenas porque todo mundo acha.

- Se alguém que você conhece tem ótimas novidades (ex: ser promovido), mas é modesto demais pra twittar sobre, considere você mesmo twittar a novidade. @appellatelaw

- @KristieKreation Não apenas retweet, poste links e citações!! Não deixe de estimular conversas para que os outros conheçam um pouco de você.

- @FranchiseKing Tweet um press-release recente seu ou post do seu blog por dia, misture com outros links úteis, artigos relevantes e blog posts.

- Twitter funciona melhor quando integrado. Use para complementar blogs e outras redes sociais.

- @bnyquist Nunca ou pelo menos não constantemente mude seu avatar, é uma das únicas coisas que garante consistência à sua marca online.

- Choque os outros com sua honestidade. Geralmente, ao menos uma pessoa se identificará com ela.

- @makingcjc Aprenda como RT, isso não apenas lhe manterá ativo, mas faz as outras pessoas saberem o que você acha interessante.

Continuando a onda dos 5 (se vocês notaram os últimos posts), volto depois de algum tempo a um tema que me agrada: twitter e pequenas empresas. Junto com blogs, o Twitter é uma extraordinária forma de se relacionar com clientes — e futuros clientes. Claro, se usado da forma correta, caso contrário, pode soar falso e passar a sensação de que você só está no Twitter porque todos estão.

Cinco pequenos erros que muitas empresas estão cometendo no Twitter:

  1. A página não é customizada. Comece pelo Twitter a mostrar que você não é como todos os outros.
  2. Não segue ninguém. Você diz que tem o foco no cliente, mas empresas que não seguem ninguém (ou seguem poucos) passam imagem de arrogantes.
  3. Falando sozinho. Twitter pode não ser um chat, mas ainda é um meio de se conectar com as pessoas. Responda perguntas, agradeça, comente. Qual o propósito de usar social media e manter a velha comunicação de uma via só da propaganda tradicional?
  4. Pouca informação. Não adianta ter Twitter se não for pra twittar. Ao contrário do Twitter pessoal, o da empresa deve funcionar com uma ponte entre o virtual e o real.  Além de informações úteis, é preciso das informações básicas como endereço, site, qualquer coisa.
  5. Nenhum benefício. O que as pessoas ganham por te seguir? Dê brindes, descontos, ofertas especiais. Não espere que as pessoas sigam sua empresa sem que você dê motivos para isso.

Via Contrapaul

O Japão tem um novo bilionário: Yoshikazu Tanaka, que carrega o título do mais jovem bilionário da Ásia. (fortuna conquistada sozinho, sem herança.)

Na posição de Nº18 entre os 40 mais ricos do Japão, Tanaka tem patrimônio estimado em $1.6 bilhões de dólares, quase o dobro da fortuna avaliada 1 ano atrás. Esse milagre se deu ao fato das ações de sua rede social, Gree, dobrarem nos últimos meses.

Depois de se graduar na Universidade de Nihon, Tanaka trabalhou na Sony até entrar na Rakuten, a loja online criada pelo 6º cara mais rico do Japão, Hiroshi Mikitani. Quando ele estava lá, ele criou a Gree só por diversão. Hoje, seu site tem 15 milhões de usuários (quase o dobro de 1 ano atrás) que compram roupas e acessórios para customizar seus avatares.

Tanaka nos faz lembrar mais uma vez que mesmo quando o mundo está passando por maus momentos, jovens empreendedores podem inovar e ficar rico. Ele é mais um da longa linha de magnatas da tecnologia, de Michael Dell a Bill Gates que construíram suas fortunas entre 20 e 30 anos de idade. Hoje, existem 8 pessoas que se tornaram bilionários antes dos 40 graças à tecnologia.

Desses 8, quatro são da China, três dos Estados Unidos e o Tanaka no Japão. Vários ficaram rico com jogos onlines e redes sociais, e todos ainda estão envolvidos nas empresas que criaram.

Para a maioria, como Tanaka, a empresa começou como um hobby e logo rendeu bilhões. O mais jovem desses 8 é Mark Zuckerberg, o já conhecido criador do Facebook. Mark entrou pra esse seleto grupo em 2008, aos 23 anos, tornando o mais jovem bilionário que o mundo já conheceu. Ele criou o site no seu 2º ano em Harvard apenas para seu campus, mas a rede logo se espalhou para outras faculdades e agora possui 350 milhões de membros. Largar Harvard rendeu a Zuckeberg uma fortuna de $2 bilhões que não para de crescer.

Esses empreendedores já alcançaram grande sucesso, mas eles ainda têm um longo caminho pela frente até alcançar Bill Gates, o homem mais rico do mundo.

Em 1987, Gates foi declarado um bilionário na lista dos 400 homens mais ricos da América, com $1,25 bilhões. Alguns dias antes do seu 32º aniversário. Gates está na lista há mais de 20 anos, mas não foi assim para todo mundo.

Jerry Yang e David Filo, os criadores do Yahoo! estavam com 30 e 32 anos, respectivamente, quando se tornaram bilionários em 1999. Com o estouro da bolha,  suas fortunas passaram a valer menos de 10% do que em 1999. Ambos voltaram à lista em 2003, mas jamais chegaram perto de rever os $6 bilhões de dólares que tinham no ano 2000.

Analisando hoje, quem está mais próximo de ser o próximo Bill Gates na verdade são 2… adivinhem.  Os criadores do Google é claro: Sergey Brin e Larry Page. Em março passado [quando saiu a última lista Forbes], eles eram os 26º mais ricos do mundo, com $12 bilhões cada. Perto do final de 2009, a dupla já possuía $15,3 bilhões.

Mesmo que esses jovens nerds não alcancem Gates, eles continuarão sendo os criadores das empresas que mudaram a maneira como socializamos, agimos e navegamos. Chen Tianqiao, o bilionário CEO da companhia chinesa Shanda Interactive, disse a Forbes em maio de 2005: “como empreendedor chinês, eu respeito Bill Gates, mas eu quero ser o Chen Tianqiao da China, não o Bill Gates da China”.

[Artigo traduzido do original publicado na Forbes]

Fonte: Silicon

# ERRATA: Eric Schmidt não é co-fundador do Google, apenas CEO. Fundadores são Larry Page e Sergey Brin. Obrigado, Sérgio, por detectar o erro. #

Quando a Asus lançou seu Eee PC (o 1º netbook do mercado), dois anos atrás, eu imagino que ela tinha um objetivo muito claro, do tipo “criar um produto para o consumidor final”. [A ASUS sempre foi uma fabricante de componentes, ou seja B2B.] Muito antes de 2007, a Asus já era uma fabricante de hardware respeitável e sinônimo de qualidade quando se falava em placas-mãe. Basta dizer que se seu computador não tivesse uma placa-mãe ASUS, ele não era tão bom assim. De fato, a Asus acertou em cheio quando lançou o Eee PC — que o mundo todo viria batizar de netbooks.

Quando uma empresa lança um produto de sucesso, não necessariamente significa que esse mercado terá sucesso. A concorrência imita, isso faz parte do jogo, mas geralmente a nº1 é quem rege a orquestra.  No entanto, todos estão abocanhando uma considerável fatia desse mercado e a ASUS está perdendo mercado.  Nos EUA, ela ocupou o melhor lugar na mente dos consumidores, a de Nº1, e como só existe mais um lugar sobrando (segundo os ensinamentos de Al Ries), as demais marcas estão numa guerra selvagem. E o pior: canibalizando as já consolidadas vendas de laptops.

Em 2007, foi vendido somente 1 milhão de unidades. Esse número aumentou 14 vezes no ano passado e tende a dobrar em 2009. No entanto, eu acredito que esse número deva chegar ao limite mais rápido do que se imagina.

Os netbooks estão em algum lugar entre um celular e um laptop. Mas peraí, esse não é o mesmo lugar dos smartphones? Os smartphones cresceram 12,7% no primeiro trimestre deste ano, os netbooks 40% e laptops 22%, mas é difícil acreditar que as pessoas tenham os três. As pessoas compram smartphones porque querem receber e-mails, navegar na internet e abrir planilhas. Compram netbooks porque querem usar mensagens instantâneas, navegar por mais tempo na internet e usar recursos básicos de multimídia — mas também querem uma tela maior. Uma tela maior não é diferencial bastante pra sustentar esse mercado. Tanto smartphones como netbooks são computadores que eu chamo de “monotarefas”, ou sejam você usa uma coisa de cada vez.

Existe laptops de 12 pol. com duas ou três vezes mais potência e capacidade que os netbooks. Mas aí você pode pensar “são muito caros”. Sim, são. Mas quem realmente precisa de tanta mobilidade assim? Executivos, empresários, produtores… esses caras são o público de smartphones e laptops ultra-compactos. Não de netbooks.

O netbook não é um produto que já nasceu morto, ele tem seu espaço, mas exceto pela Asus, eu não acho que alguma marca conseguirá se consolidar nesse mercado de nicho. Talvez focando no público de baixa-renda. Mas o desempenho fraco –similar a um celular de última geração—não substitui um PC Desktop ou laptop. Tão logo os consumidores descubram que a tela minúscula, teclado mínimo e processamento medíocre é o mesmo dos celulares modernos e que não substituem o computador convencional, o segmento morrerá. O netbook é um produto muito pequeno para um mercado tão grande e com tantos monstros tecnológicos.

*UPDATE 1 *(08/12): Conheci 3 pessoas que possuem netbooks e 2 me disseram que jamais comprariam de novo. Também perguntei a algumas pessoas se elas comprariam e a grande maioria me disse “acho que não”.

**UPDATE2* (08/12): Encontrei uma utilidade. Vi bares e restaurantes agilizando seus processos através do uso de netbooks. Como acontecia com PDAs pouco tempo atrás.

De 2007 a 2008 aumentou em 7% a quantidade das empresas qcom site, no Brasil.  Mais de 53% das empresas brasileiras estão na internet divulgando e se conectando através do seu site, segundo a PEGN. Enquanto empresas (retardatárias) vão aderindo à rede mundial de computadores, a maioria dedica poucos recursos a ela. Acham que basta ter um site que a coisa está feita. Mas a própria natureza nos mostra que o esforço é proporcional aos ganhos, ou seja, se você faz pouco, ganha pouco.

A verdade é que não basta ter um site, ele tem que ser útil, bonito e, sobretudo, tem que ter vida própria, funcionar! De que adianta um “fale conosco” se a empresa não “fala” com seus consumidores? Esse é só um dos fatores pelos quais muitas micro e pequenas empresas estão ganhando espaço frente às grandes, porque seus sites realmente funcionam, mas isso é assunto para outro artigo…

Como filho da — exaustivamente citada– geração Y, sou um grande incentivador do uso da internet e redes sociais na estratégia das empresas. Não porque sou fã de tecnologia, pra ser franco, fui um dos últimos a ter um PC entre os meus colegas da escola. O principal motivo é:  funciona! E o segundo motivo: É barato!

É inadmissível uma empresa não ter site, independente do foco do negócio ser B2B ou B2C. Porém, é mais triste ainda quando uma empresa tem um site mal-feito, feio, com erros e que não funciona. O que dizer daqueles eternos “em construção”? Enquanto eles demoram pra inaugurar, seus concorrentes fazem a festa.

Eu vejo empresas gastarem uma boa grana anunciando e contratarem um freelancer de 18 anos para fazer seu site. Não me entendam mal, não há problema em anunciar, tampouco contratar freelancers — há muitos realmente talentosos. Mas site é uma coisa séria e preço não deve ser uma questão fundamental.

Quando uma empresa gasta o investimento em mídia de 1 semana pra fazer um site que vai durar vários meses, no mínimo, percebe-se a falta de visão da gestão.

Sites e redes sociais ganham ainda mais poder nas mãos de profissionais liberais e empresas pequenas que estão começando. Em muitos casos, a internet é o único meio de divulgar seus negócios e, pra ser franco, não é preciso muito mais que isso pra se obter sucesso.

Sempre que algum amigo tá começando vem conversar comigo sobre alguma ideia ou negócio novo, eu aconselho a criar um site. É possivelmente o  menor investimento de todo o negócio com um retorno muito acima da média.

Este blog começou com  uma ideia simples de marketing pessoal e posso dizer que estou feliz com ele, mesmo gastando cerca de R$200/ano, sem perspectiva de ganhar 1 centavo sequer. Nunca busquei um retorno financeiro.  Porque o retorno que ele me trouxe, tanto profissional, quanto pessoal foi muito maior do que qualquer outro meio poderia me dar. Portanto, se você é artista, músico, tem uma pequena empresa ou, simplesmente, gosta muito de algo: crie um site e se dedique. Você tem uma oportunidade que ninguém tinha 10 anos atrás, e enquanto tem cada dia mais pessoas aderindo, tem muitas outras que não sairam do lugar. Ainda.

Adolescentes preenchem um dos nichos mais explorados pelas marcas hoje em dia. Eles têm dinheiro, mas nem tanto, adoram tudo que é moderno e altamente tecnológico, estiloso e que possa gerar status com os amigos. Isso é fato, é o que o mercado e pesquisas tem mostrado. Mas quem melhor do que um adolescente pra nos dizer isso? Matthew Robson é estagiário da Morgan Stanley –o 2º maior banco de investimentos do mundo– que desenvolveu um relatório sobre “Como Adolescentes Consomem Mídia”. O relatório foi até bastante divulgado através de blogs e sites embora não seja baseado em dados estatísticos e fundamentados. Matthew fez tudo com base na sua opinião e no que tem visto em seu círculo de amigos. Detalhe: Matthew tem 15 anos, e não é qualquer jovem de 15 anos que consegue um trabalho na Morgan Stanley.

O relatório foi dividido por área e traz informações, na sua maioria, de senso-comum, mas que são tão simples quanto valiosas. Abaixo, eu destaco os pontos que considero mais relevantes.

Rádio
Jovens querem saber de música e dificilmente ouvem um programa de rádio em específico. Com a internet, eles passaram a ouvir exatamente o que querem, sem propagandas e sem um locutor apresentando as músicas dele. Segundo Matthew, as rádios só têm chances com adolescentes se forem altamente musicais. Shows são excelentes para atrai-los.

Televisão
Ao contrário do rádio, jovens assistem  a um programa em particular (seriados e reality shows, por exemplo) e, quando ele acaba, pode passar muito tempo sem ligar a televisão. Resumindo, TV é algo sazonal como rapazes assistindo TV às quartas à noite e domingos à tarde para ver jogo de futebol; e moças assistindo TV toda noite às 21h por causa da novela. Se entendi o que Matthew quis dizer, jovens dificilmente ligam a TV pra passar o tempo. A tendência é isso aumentar, com o avanço da banda-larga e programas que permitem assistir TV no computador.

Jornais
É praticamente mais fácil um adolescente comprar chapéu de palha do que um jornal. Além do custo, jovens não gostam de ter que ler muito. Quando eles querem se informar, sempre optam pelos telejornais e internet. Segundo Matthew, jovens leem se for rápido e barato, de preferência de graça.

Games
No Brasil ainda é pouco explorado, basicamente porque anunciantes locais não têm acesso à esse tipo de mídia (caríssima diga-se de passagem). Mas com a Microsoft entrando no mercado com XBOX360 e a Sony anunciando que irá fabricar jogos no Brasil, isso pode mudar em breve.

O fenômeno Wii trouxe algo novo para o mercado: mais garotas e crianças (a partir dos 6 anos) jogando. Já fazia tempo que videogame tinha virado brinquedo de gente grande. A maioria dos adolescentes possuem Wii, seguido pelo XBOX360 e Playstation3. Jogos para PC não têm vez com adolescentes. Eles consideram caro e difícil de lidar.

Internet
É quase impossível pensar numa campanha de marketing direcionada para adolescentes sem envolver internet. Isso se deve porque todo adolescente tem acesso à internet, seja em casa, na escola ou em lan-house.

Devido ao fato de Matthew ser britânico, ele não mencionou Orkut e sim Facebook. Mas os hábitos dos adolescentes  são semelhantes no que diz respeito redes sociais, isso se não forem mais acentuados aqui no Brasil. Leia Facebook como Orkut.

Facebook é a mais popular rede social entre os adolescentes, visitando mais de 4 vezes por semana. Isso porque, a interação entre o jovem e seus amigos é grande. Por esse mesmo motivo, jovens não usam Twitter.  A maioria já tentou, se cadastrou, mas não criou o costume de atualizá-lo. Primeiro porque eles acham que ninguém vai ler, segundo porque atualizar via celular e pagar por isso está fora de questão, terceiro porque não é possível interagir bem com os amigos. Segundo a Nielsen, 60% das pessoas que experimentam o Twitter, abandonam o serviço em 1 mês.

Além de redes sociais, jovens adoram a simplicidade e facilidade do Google. Muitos usam YouTube, geralmente pra ver videos que eles não conseguem ver em nenhum outro lugar. Alguns fazem compras, mas não muitos, visto que a praticidade do cartão de crédito é luxo para poucos adolescentes.

Propaganda e virais
Não podia ser diferente, jovens adoram virais engraçados ou com conteúdo interessante.  Nenhum adolescente vê banners. Eles os odeiam. Propaganda na rua, como outdoors, também tendem a ser ignorados pelos adolescentes, exceto se forem muito originais e integrantes.

Podemos extrair disso o seguinte: é preciso estimular os jovens a “saber mais” sobre a propaganda que eles acabaram de ver. Esse é o motivo pelo qual muitas marcas criam sites, promoções,  ARGs e etc.

Música
Todos sabemos que adolescentes escutam muita música. Por outro lado, eles são muito relutantes a pagar por elas e acabam baixando ilegalmente, ouvindo via stream ou assistindo clipes. Como eles escutam música varia, segundo Matthew, os mais afortunados utilizam iPods e os menos usam celulares. Alguns usam os 2, mas é raro.

Cinema
Oh yeah, jovens adoram cinemas. Às vezes, eles já vão com um filme na cabeça, em outras, decidem na hora.  Isso porque, não se trata do filme, mas da experiência — com amigos e/ou gatinhas. A frequência depende, como em todas as outras áreas, do preço.  Não são muitos adolescentes que baixam filmes na internet.

Celular
99% dos adolescentes têm celular — e a maioria tem ótimos aparelhos. Sony Ericsson tem agrande apelo entre a garotada devido a sua longa lista de recursos, e com foco em música. Como regra, são usuários de pré-pago. Jovens mandam muita mensagem, mas pouco msn no celular. Afinal, é caro! Bluetooth é cool porque é de graça e permite que eles troquem músicas e videos com os amigos.

Adolescentes não compram ringtones ou imagens! Eles podem conseguri através do PC e evitar pagar e ter dor de cabeça pra cancelar esse serviço chato. No geral, jovens não usam internet no celular. Além de ser caro, eles não precisam ficar conectado aos seus e-mails.

2 anos é o tempo médio que os jovens trocam de celular. Geralmente, ganham dos pais no seu aniversário.

O que está na moda

  • Qualquer coisa com touch screen
  • Aparelhos portáteis que se conectam à internet
  • Celulares com grande espaço para músicas
  • Telas grandes

O que está old

  • Qualquer coisa com cabos
  • Telas p&b
  • Telefones grandes
  • Aparelhos com baterias que duram menos de 10 horas

O jornal impresso está em crise, em partes, porque as pessoas tem acesso a todas as notícias do mundo a partir do computador. Isso significa que eu posso ler “O Jornal do Sylvio” todos os dias, só com notícias de meu interesse, que se encaixe no meu tempo e o melhor, de graça! O cerne da questão está na produtividade. Nós precisamos estar o mais bem informado que pudermos, mas temos cada vez menos tempo para isso. Por esse motivo, estou sempre à procura de como ler mais em menos tempo (e fazer curso de leitura dinâmica não é uma opção pra mim).

No começo do ano, publiquei uma dica sobre uma maneira prática de ler notícias utilizando a barra de favoritos. Realmente era prático, mas limitado. O método não aposentava o Google Reader (na minha opinião, pouco prático quando se tem muitos feeds), e eu perdia alguns segundos indo de uma aba a outra, sem falar que não sabia quais notícias eram novas e quais não eram. Resumindo, era prático, mas não tão produtivo como a forma que vou mostrar pra vocês.

Obviamente, se você for humano, não conseguirá ler 500 notícias inteiras em 5 minutos. Mas é um tempo razoável para “passar o olho” e decidir qual vale à pena ler. O Netvibes, um site que permite organizar tudo numa única tela; agenda, notas, previsão do tempo e notícias (feeds). Vamos nos ater somente às notícias…

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No Netvibes, você cria páginas com vários feeds e os organiza da maneira que quiser, em formato revista, slide, só texto, etc. Pode criar quantas páginas quiser sem limite de feeds. Ou seja, o tamanho do seu jornal é infinito.

A imagem mostra como eu organizei as minhas notícias utilizando apenas títulos para melhorar a visualização. Também criei uma seção à parte para os blogs.

Acho difícil encontrar uma maneira melhor de administrar tanta informação, mas eu não sou você. As pessoas são diferentes, alguns gostam de ler com calma, outros gostam de ler notícia por notícia sem deixar nada pra trás. O importante é que o momento seja agradável e não forçado, porque se você quiser ser bem-sucedido profissionalmente terá que se manter informado pelo resto da sua vida.

Jack Welch, um dos mais admirados executivos do século XX, e sua esposa Suzy Welch escrevem a coluna The Welch Way para a Business Week e, através do NY Times, chegam a 45 jornais ao redor do mundo. Suzy é jornalista, escritora, ex-consultora de negócios, e tem MBA pela Harvard Business School, onde terminou o curso com a distinção máxima da instituição. Também escreveu pra Harvard Business School Review.

Suzy e Jack Welch Você sabe que está fazendo algo estranho e novo —ou ao menos novo— quando entra em um aglomerado social, começa a usar e então escuta: “Por que você perde seu tempo nessa bobagem?”. E é assim que acontece com o Twitter, a rede social mágica que nós dois recentemente adotamos com um certo grau de entusiasmo, o que surpreendeu nossos amigos, família e, de certa forma, nós mesmos.

Mas o fato é, nos últimos meses, nós começamos a amar o Twitter. Não estamos dizendo que isso vai transformar a humanidade —como alguns entusiastas podem dizer—, mas nós certamente entendemos sua incipiente capacidade. De fato, se o Twitter continuar se expandindo nessa velocidade, poderá se tornar um valioso caminho para as empresas ajudarem as suas marcas a atingirem microgrupos de consumidores, além de ser uma outra maneira dos gestores interagirem com as pessoas e vice-versa.

Mas o potencial de negócios do Twitter não explica porque nós escrevemos mensagens de 140 caracteres com tanta frequência. Ok, umas três ou quatro vezes por dia.

Nós twitamos porque não conseguimos nos controlar.

Por quê? Bem, não pela razão que pensávamos a princípio. De fato, um de nós (@suzywelch, na gíria), começou a twittar pelos velhos motivos do marketing. Ela tinha um livro prestes a ser lançado, e todo mundo que a conhecia insistia: “redes sociais é onde as coisas estão acontecendo.”

Isso se confirmou como um excelente conselho. Acessibilidade, informação e o alcance do Twitter possibilitou várias grandes entrevistas (maioria com blogueiros), atraindo multidões nos eventos de autógrafos. disseminando dúzias de resenhas, gerando tráfego pro site e, o melhor de tudo, criando uma gostosa e entusiasmada comunidade de leitores do livro.

No final das contas, @suzywelch se tornou a catalisadora (leia: fanática) para @jack_welch aderir ao Twitter também, apesar das palavras: “eu não entendo esta coisa.”

Em 24 horas, ele entendeu. Toda vez que ele opina sobre o Red Sox ou Celtics [times de beisebol e basquete], dúzias de torcedores opinam de volta. O mesmo acontece com política e negócios, sucitando fascinantes minidebates sobre tudo; da política econômica de Obama aos problemas da cidade de Detroit.

Twitter, em essência, permite que você faça parte de um grande coquetel cheio de um civilizado e diversificado “barulho”. Alguma coisa do que você irá ler ou dizer será fútil. Mas o barulho também irá provocar, informar e engajar você de uma forma e em uma quantidade que não se pode reproduzir offline.

O melhor de tudo para nós é que o Twitter ajuda a testar —e melhorar— ideias.

Sem levar em consideração o Twitter como uma ferramenta de trabalho, qualquer chefe vivo teria o direito de ficar irritado com a quantidade de tempo que gastamos com o nosso novo brinquedo. Escrever esta coluna [na Business Week] demorou o dobro do que deveria porque nós tínhamos que ficar de olho na reação das pessoas sobre a pergunta “o que existe de tão maravilhoso no Twitter?”

As respostas vieram do jeito Twitter de ser: rápidas e furiosas. “Porque é divertido”, “pra me sentir mais conectado neste mundo disconectado“, “pra me comunicar com a equipe.”

Todos são bons motivos, claro. Mas no  nosso ponto-de-vista, outra resposta ressoou mais. “Eu tenho tentado explicar porque eu twito, + o melhor que consegui foi: comece a twitar vc msm e descobrirá.” Isso foi o que aconteceu conosco.

Artigo traduzido do orginal: “Why We Tweet”

twitter_goldVocê é uma daquelas pessoas que olha torto pro Twitter? Eu posso dizer que entendo, costumava fazer parte desse clube; mas está na hora de você pensar a respeito.

Alguns meses atrás, eu comecei a usar o Twitter (@pequenoguru) porque vi a oportunidade de complementar o blog utilizando conceito básico de microblogging —dando dicas de links e expondo comentários sucintos. Eu realmente utilizo a ferramenta como um “blog rápido”. Portanto, se você costuma ler este blog, deveria ler o micro-blog também.

Eu asseguro que você não verá conteúdo repetido —o que posto lá dificilmente posto aqui e vice-versa—nem bobagens da minha vida pessoal. Como eu disse, utilizo a ferramenta como complemento do blog e, embora, me considere mais “livre” lá (falo de música, por exemplo), tento fazer de cada tweet algo útil. (obs: tweet=post)

Você que não costumava dar a mínima pro Twitter, espero que esteja mais inclinado a acompanhar.

O ruim do Twitter é que uma vez que você tenha publicado algo, ele é levado pela maré dos outros tweets e nunca mais ninguém o verá. O bom é que através do Twttrlist é possível criar listas com uma seleção dos melhores ou uma seleção sobre um assunto específico. Criei uma lista com os que considero os melhores insights que já publiquei até agora no Twitter. Espero que gostem. Vejo vocês lá!

Ver: O melhor do Pequeno Guru no Twitter