Moral da história: não é que as pessoas não querem ouvir a sua história, elas não querem ouvir você.

OBS.: “Síndrome de encarceiramento” é uma condição rara semelhante ao coma ou estado vegetativo em que o paciente não consegue se mover, a diferença é que ele permanece consciente.

Edição outubro/2011


  1. Brasileiro é pouco produtivo, mas um dos mais engajados. [Link1] / [Link2]
  2. Brasileiro faz 30% das refeições fora de casa. [Link]
  3. ESPN é a 2ª marca esportiva mais valiosa do  mundo, atrás apenas da Nike. [Link]
  4. Apple e Nissan foram as marcas que mais valorizaram no último ano. [Link]
  5. Marvel tem 50% de share do mercado de quadrinhos, o dobro de 12 anos atrás.
  6. Após o falecimento, biografia de Steve Jobs vende 42.000% mais. [Link]
  7. Pais homens passam 25% mais tempo em casa se tiver filho homem. (Columbia University)
  8. Brasil importa 66% mais gasolina e exporta 76% menos. [Link]
  9. Número de dispositivos móveis conectados à internet deve subir de 9 para 24 bilhões em 2020. [Link]
  10. Twitter é 8000 vezes mais eficaz que Procon. [Link]
  11. Moradores de metrópoles são mais criativos do que de cidades médias.[fonte]
  12. Profissionais com mais de 30 anos não utilizam redes sociais para impulsionar sua carreira. [Link]
  13. Brasil fica na 126º posição entre os melhores países para se fazer negócios, Chile é o 39º. [Link]
  14. O criador do Kinect é brasileiro!
  15. Homens já são a maioria em sites de compras coletivas. [Link]
  16. As pessoas confiam em opiniões lidas online (49% confiam), mas confiam mais nas offline (59% confiam). [Fonte: WOMMA]
  17. O melhor MBA do mundo fica na China e custa R$118.000,00. [Link]
  18. Dilma gasta 42% menos com propaganda do que Lula. [Link]
  19. TV paga cresceu 21% só em 2011 e já atinge 39 milhões de brasileiros. [Link]
  20. Nos EUA, 90% das empresas checam perfis em redes sociais ao contratar. [Link]

(Extraído dos tweets publicados no mês de outubro de 2011. Ainda não segue? Clique aqui.)

Este é o tipo de coisa que só se vê fora do Brasil.  Loja de ideias, sério? Apesar de não ter fins lucrativos e não ser uma loja propriamente dita, o conceito é muito interessante.

Idealizada por dois artistas americanos do Brooklyn, a Idea Store podia ser conferida em uma feira de arte que aconteceu em Washington DC, a (e)merge. De um jeito encantadoramente simples, você podia comprar qualquer ideia por 2 centavos de dólar e oferecer a sua por 1 centavo. Os assuntos eram variados e iam dos tradicionais como moda, arte, tecnologia e comida até outros mais abstratos como bom-senso, moralidade, histórias e justiça.


Soube desta “loja” enquanto lia o livro do Steven Johnson, Where Good Ideas Come From,  onde ele explica científicamente como ideias são criadas a partir de várias partes, de diferentes experiências e interações com o ambiente e pessoas. A melhor maneira de ter uma boa ideia não é ficar sentado olhando para o teto com um pedaço de papel e caneta. A melhor maneira de ter uma boa ideia é encontrar as várias pecinhas que a compõe. Onde elas estão? esse é o problema.

Créditos: Daniel Pink Blog

A melhor de todas as frases não coloquei na imagem, “Stay Hungry, Stay Foolish”, porque não é de Jobs, mas se não fosse por ele, eu nunca teria conhecido. Para mim, é a melhor de todas as lições deixadas por Jobs:  “mantenha-se faminto, mantenha-se ignorante”.

[ Download da imagem em resolução maior ]

Outros 2 posts que publiquei aqui no blog sobre Jobs:

“10 atitudes de Steve Jobs nada convencionais nos negócios”

“O trabalho de Steve Jobs”

Edição agosto e setembro/2011


  1. 60% das compras online feitas no 1º semestre vieram da classe C. [Link]
  2. 44% das empresas acham que redes sociais ainda não trouxeram benefícios. Mas apenas 25% destinam ao menos 1 funcionário para atividade.
  3. Jornal é a mídia mais confiável (30%). Mobile é a menos (13%). (Nielsen)
  4. 86% dos internautas móveis navegam no smartphone enquanto assistem TV. (Nielsen)
  5. Consumidores escolhem comida por: 1º prazer; 2º preço; 3º conveniência; 4º Saúde.
  6. Número de livros vendidos no Brasil cresceu 13% em 2010. [Link]
  7. Dentre os brasileiros, 27% têm Orkut, 16% têm Facebook e 9% Twitter. [Link]
  8. Homens “chatos” (do tipo que argumentam) ganham 18% mais. O mesmo não acontece com mulheres. [Link]
  9. Transações com cartão de crédito cresceu 20% nos últimos 3 meses, no Brasil.
  10. Pessoas criativas são menos honestas. [Link]
  11. O cara que mais viajou de avião no mundo é consultor de marketing. Ele se chama Tom Stuker e já ultrapassou 10.000 em milhas.
  12. Rir 15 minutos aumenta tolerância a dor em 10%. [Link]
  13. 23% dos americanos usa o celular pra obter direções e recomendações com base na sua localização. (Pew)
  14. Comercial online corresponde a apenas 3,6% da verba com TV, e não deve mudar muito até 2015. [Link]
  15. 95% dos donos de tablet usam no máximo 9 apps regularmente. [Link]
  16. Universitários preferem internet a carro. [Link]
  17. Novo Kindle — Fire — será colorido, abrirá apps e custará apenas $200.

(Extraído dos tweets publicados nos meses de agosto e setembro de 2011. Ainda não segue? Clique aqui.)

O problema é o “rock” e o “Rio” do nome.  Essas duas palavras acabam limitando as possibilidades do evento tanto em gênero musical como localidade. E é justamente por esse “limite” ter sido rompido, que o Rock in Rio vem sendo alvo de duras críticas, o que provavelmente terá algum impacto na imagem do maior festival que o Brasil já viu.

Como nome de marca, Rock in Rio é um nome forte pois carrega dois elementos com muitos valores e associações. O primeiro é o gênero musical mais tocados no mundo todo. O segundo é uma das mais belas cidades tropicais do planeta, e que o mundo todo deseja visitar ao menos uma vez na vida. Então, como um festival de rock em uma das cidades mais atraentes do mundo poderia dar errado? Quando o rock é colocado em segundo plano e o Rio não é o único palco desse festival. Para quem não sabe, até a edição deste ano, o Rock In Rio aconteceu mais vezes em Lisboa do que no Rio de Janeiro.

O Rock in Rio poderia entrar para a lista dos maiores festivais do mundo se tivesse trabalhado bem a sua marca — mantendo a identidade que o tornou famoso e agradando seu público apaixonado. A escolha do nome, para qualquer marca, é importantíssimo. Consumidores assumem coisas de forma inconsciente e criam expectativas mais rapidamente do que você pode imaginar. Então, se você diz Rock in Rio, as pessoas assumem que é um festival de rock no Rio de Janeiro. E não Shakira em Lisboa. O que poderia ter acontecido sem problemas, se o nome fosse diferente.

Nome é coisa séria para um negócio assim como música é coisa séria para amantes da música. Obviamente, também é sério para os organizadores e patrocinadores do festival que querem obter retorno financeiro e obter sucesso suficiente para render outras edições futuras. Sob a perspectiva desses caras, faz sentido colocar Ivete Sangalo e Claudia Leite no palco principal do evento para atrair outros públicos (e faturar mais). Tudo isso seria perfeitamente possível… se o nome não fosse Rock in Rio.

Peguemos 6 dos maiores festivais do mundo: Glastonbury, Coachella, Lollapalooza, T in the Park, Bonnaroo, Benicassim. Quatro festivais têm nomes associados ao lugar que acontece –  como o Glastonbury, uma cidadezinha a 200km de Londres ou o Coachella em um dos vales californianos –  e 2 têm nomes inventados ou sem fortes associações. É normal associar um festival a um lugar, desde que ele só aconteça nesse lugar. Você nunca verá um Glastonbury acontecendo em Seattle, e nem acho que seja porque ele não teria sua atmosfera inglesa, mas porque o nome é tão forte que seria quase como um insulto aos britânicos, que há décadas vão a esse festival, vê-lo em terras estrangeiras.

Não podemos dizer que o Rock In Rio “deu errado”. Mas do ponto de vista do branding, ele fracassou. Sua marca certamente vai perder força com a edição deste ano, enquanto outras como SWU e o Lollapalooza (que terá sua 1ª edição brasileira em 2012) se fortalecem.

Espero que entendam que eu me refiro exclusivamente à marca do evento, respeito o gosto das pessoas e cada um é livre para escolher se gosta de Ivete Sangalo,  Slipknot ou dos dois. Mas com tanta gente criticando a “falta de identidade” (pra não falar coisa pior) do evento, fazendo paródias e piadas, além do assustador número de assaltos por dia… acho que a menor preocupação que os organizadores devem ter é se vai chover.

Moral da história: Usamos e-mail para falar de assuntos chatos.

Se você tem uma loja física, que estratégias possui para enfrentar o comércio eletrônico? Se você tem uma loja virtual, o que está fazendo para conquistar clientes do varejo convencional?

Uma das principais preocupações dos pais é dar aos seus filhos uma educação que garanta uma vida adulta confortável, realização profissional  e tudo aquilo que sonharam (se possível, o que os pais sonharam também).

Certamente, criar bem um filho está entre as coisas mais complexas da vida. Não existe regra, tem muita coisa envolvida e seres humanos podem ser muito difíceis de lidar. Mesmo assim, a gente lê (estou imaginando como serei quando for pai), conversa com os amigos, lê mais ainda e faz até curso para tentar educar o nosso filho da melhor forma possível.

Fato é que não existe um guia “como criar filhos inteligentes”, mas todo esforço dos pais nessa direção é bem-vindo. Uma das melhores maneiras de acertar é olhando para quem “acertou”. Embora isso não garanta nada, é bom para balizar nossas ações e saber se estamos no caminho certo ou fazendo uma grande besteira.

O que ótimos alunos têm em comum? Como são seus pais? Será que podemos aprender algo com eles? O famoso livro Freaknomics listou alguns fatores relacionados aos bons alunos (com boas notas) e alguns fatores que não estão relacionados ao bom desempenho escolar de crianças e adolescentes. Se isso ajuda ou não na hora de educar um filho, é difícil responder. Use a intuição de pai ou mãe, dizem que não falha.

Fatores que influenciam

  1. Os pais têm escolaridade alta
  2. Os pais têm alto nível socio-econômico
  3. Mães tinham 30 ou mais anos quando o primeiro filho nasceu
  4. A criança nasceu com pouco peso
  5. A criança é adotada
  6. Os pais são envolvidos na associação de pais & mestres
  7. A criança tem muitos livros em casa

Fatores que NÃO influenciam

  1. A família é preservada
  2. A família mudou recentemente para um bairro melhor
  3. A mãe não trabalhou até o jardim da infância
  4. Os pais levam a criança a museus regularmente
  5. A criança apanha
  6. A criança assiste TV com frequência
  7. Os pais leem para a criança quase todo dia