Hoje, no dia internacional da mulher vamos falar de… PESQUISA. Sobre mulher, é claro.
Já faz alguns meses que li uma pesquisa entitulada “The New Female Consumer: The Rise Of The Real Mom”. Um relatório completo sobre quem é a consumidora de hoje e seus hábitos de consumo. Achei genial, afinal, segmentação nunca esteve tão presente na vida dos profissionais de marketing como hoje. Além disso, são elas que decidem boa parte das compras e mesmo quando não decidem, exercem forte influência. O problema dessa pesquisa é que — embora mulheres sejam mais ou menos iguais no que se diz respeito a consumo– elas são norte-americanas, vivendo com outra cultura, outra economia, outro estilo de vida.
Apesar de não termos ainda um estudo profundo sobre a consumidora brasileira, o IBOPE mídia fez um breve levantamento de como elas compraram nos últimos 30 dias. E descobriu o seguinte:
- 67% das mulheres fizeram compras para si (não commodities)
- 78% compraram roupas femininas
- 60% compraram calçados
- 43% compraram roupas para homens
- 39% compraram roupas infantis
Não é novidade que o local favorito para comprar é o shopping center. Mas uma coisa talvez seja novidade: 10% das mulheres que compraram nos últimos 30 dias costumam comentar suas aquisições na internet. O curioso é que esse número é muito próximo ao dos homens: 13%. A realidade desse tipo de hábito é pior para empresas de telefonia, que costumam liderar o ranking do Procon todos os anos. Das que comentaram suas compras:
- 31% comentaram sobre telefones celulares
- 28% equipamentos TV, vídeo e som
- 23% Saúde, exercícios e alimentação
Ou seja, se elas estão comentando sobre telefonia, é quase certo que estejam falando mal.
Pra encerrar, a forma de pagamento mais usada pelas mulheres não é o adorado e idolatrado cartão de crédito, que corresponde por 32% de todas as compras. E sim o mais adorado pelos comerciantes: à vista (61%). Débito 21% e cheques 7%.
Fonte: AdNews
1.
A cervejaria Heineken anunciou na segunda-feira que comprará as operações de cerveja da mexicana Femsa por 3,8 bilhões de euros (5,44 bilhões de dólares), em uma transação toda em ações que dará ao grupo holandês uma posição de liderança em mercados emergentes da América Latina.
Como dizia um professor meu: “de futebol e propaganda todo mundo entende”. É verdade. O brasileiro adora comercial. Algo atípico se comparado aos nossos amigos do velho mundo, como os britânicos.
Você é uma daquelas pessoas que olha torto pro Twitter? Eu posso dizer que entendo, costumava fazer parte desse clube; mas está na hora de você pensar a respeito.






