Seth Godin fala sobre seu novo livro “Poke the Box”

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Quem é Seth Godin

Sou um autor, empreendedor e uma pessoa que começa coisas.

O que significa essa expressão Poke the Box?

Conformismo costumava ser crucial para se encaixar, não para se destacar. Obediência costumava ser o coração de toda organização bem-sucedida, de toda carreira de sucesso. O motivo? Todos nós trabalhamos para o sistema, na fábrica, fazemos o que nos falaram para fazer. Agora, no entanto, obediência não é mais uma vantagem competitiva.

Poke the Box é sobre produzir faíscas que vão produzir coisas para nossas vidas. Precisamos nos acotovelar em meio ao conformismo em direção a ingenuidade. Em direção a responder perguntas que nós não sabemos as respostas. Mesmo que falhemos, como eu falhei muitas vezes na minha vida, nós aprendemos o que não fazer por experiência e fazemos algo novo.

Isso não é a mesma coisa de encarar o risco. De fato, a coisa mais arriscada que nós podemos fazer é não fazer nada.

Eu tenho tido uma extraordinária carreira, criei uma dúzia de bestsellers, iniciei empresas na internet e dei palestras no mundo todo. A principal coisa que eu trago para os projetos que assumo não é o talento acima da média nem trabalhar mais horas que a maioria. Minha contribuição é me dispor a bisbilhotar (to poke), a começar, afinar o projeto para que ele atravesse a porta.

O que eu aprenderei lendo Poke the Box?

Esperançosamente, espero que você aprenda muito, mas faça mais. Comece a pensar sobre algo que você tenha tomado iniciativa e que realmente significou algo para você, sua equipe, sua família. Quando foi a última vez que você fez algo pela primeira vez? Como se sentiu?

Não há instruções passo a passo ou como fazer no livro. Ao invés, você encontrará uma série de camadas, uma fundação para realizar uma nova abordagem no trabalho. Ao invés de aprender a ser mais complacente, eu quero empurrar você para que tome a iniciativa.

Por que você escreveu este livro?

Eu fui felizardo o suficiente por escutar quase meio milhão de pessoas ao longo dos anos, de conversas com CEOs, presidentes e clientes ao redor do mundo. E todos eles me disseram exatamente a mesma coisa: É da força motivadora que ele precisam, da pessoa que irá sacudir as coisas e movê-las adiante.

Estático não é um estado aceitável. O status quo não é mais algo que queremos no trabalho ou na política ou em qualquer organização que nos importamos.

O mercado está a espera de pessoas que deem um passo a frente. Eu escrevi o livro para essas pessoas, pessoas que têm hesitado antes de pular.

Por que você resolveu criar o The Domino Project?

The Domino Project é minha última tentativa de “poking”. É uma editora independente fundada por mim e subsidiada pela Amazon. Essa é uma oportunidade de publicar manifestos de ideias, comprometida com os leitores, em vez de amiga da livraria. O nome veio do efeito dominó — onde uma ideia poderosa se espalha em linha, de pessoa para pessoa.

Eu tenho dois objetivos audaciosos: eu quero mudar as pessoas que leem (não o suficiente) e quero mudar a maneira como livros são publicados (difíceis de de encontrar e espalhar). Honestamente, acredito um livro é capaz de mudar a mente como nenhuma outra coisa no mundo, e esse é o nosso foco. Ajudar todo mundo a fazer o trabalho que se orgulha e fazer a diferença.

[Extraído da Amazon.com]