Arquivo de dezembro de 2010

Milestones

27 de dezembro de 2010 • TEMAS: Filosofando / /

Este é um daqueles termos que os americanos pegaram emprestado de algum lugar e começaram a usar no mundo dos negócios. Muito comum em projetos,  o termo serve para denominar a quebra de um objetivo grande em várias pequeninas partes (não confundir com fases ou etapas) e assim  ajudar a concentrar o foco em uma só direção, manter a motivação alta e comemorar pequenas conquistas. Milestones são extremamente importantes e a nossa vida está repleta deles.

O que é um novo ano se não um milestone? Você está vivo, ficou mais experiente, mais velho (desculpe-me pela franqueza),  testemunhou a vitória da 1ª presidente mulher do Brasil, o crescimento avassalador das redes sociais, a moda de sites de compras coletivas,  talvez você tenha se graduado,  se pós-graduado, casado ou divorciado. De alguma forma, 2010 foi um marco na sua vida. Um ano novo pode não significar vida nova, mas experiências novas são inevitáveis. Milestones são bons porque proporcionam alívio, esperança e tensão — pelo novo. Isso é tudo que precisamos para continuar seguindo adiante.

Se você já praticou alguma arte marcial, conhece o sistema de faixas. Mesmo que nunca tenha praticado, você sabe que um faixa preta é aquele que percorreu todo o currículo daquela arte em anos de treinamento. Aprendeu dezenas de técnicas e as domina a ponto de executar qualquer uma em qualquer momento, mesmo que tenha aprendido vários anos atrás. Faixas são milestones. O objetivo é dominar uma arte marcial — ser faixa preta. A sensação de subir de faixa é incrível e o desafio de estar sempre melhorando é uma grande motivação.

Para Tom Peters, milestone é um dos segredos da excelência. Por separar o projeto em pequenas etapas (por dia, por turno ou como for melhor), você não apenas concentra no que é importante e facilita o cumprimento do prazo, como também aprende mais sobre cada detalhe do projeto, ajuda na memorização das atividades e sabe exatamente o que foi feito, como e em que momento foi feito ao final de tudo.

Divida seus projetos, seus objetivos em pequenos milestones. Se você planejou que algo deve ser concluído em 24 horas, divida em etapas pequenas de 6  horas. Planejar quais serão os milestones é quase tão importante quanto o projeto em si. O resultado impacta diretamente na eficiência, motivação e aprendizado da equipe.  Domine isso, aplique no seu departamento, na sua empresa ou pelo menos no seu próprio trabalho. O longo-prazo é vital para perpetuar o sucesso no futuro. O curto-prazo é crucial para garantir que você tenha a possibilidade de alcançar esse futuro. Em outras palavras, olho lá frente e cabeça e mãos no presente. Em 2011.

Grande abraço a todos e um feliz 2011 de muito sucesso aos leitores do Pequeno Guru! O blog volta em meados de janeiro.

Pedido ao Papai Noel

23 de dezembro de 2010 • TEMAS: Notícias & Variedades /

Um feliz natal a todos! Boas festas e não esqueça do seu pedido para o Papai Noel ;)

Não adie, crie!

21 de dezembro de 2010 • TEMAS: Carreira / /

Continuando a série de posts voltados para a carreira e vida pessoal neste mês de dezembro, vamos falar sobre como combater um grande mal na vida de muitas pessoas e que sem dúvida pode impedir que sua carreira evolua: a procrastinação, um nome tão feio quanto sua consequência. Procrastinar diminui a produtividade, aumenta o stress, gera sensação de incapacidade e que você está sempre com serviço acumulado. Combater isso requer uma eficiente administração do tempo.

Este não é um assunto novo aqui no blog, mas desta vez o pequeno guia a seguir é o resultado do trabalho de mais de 20 anos de pesquisa do professor Joseph Ferrari que se dedica ao assunto desde que percebeu que ninguém havia estudado tão profundamente. O trabalho do professor está no livro “Still Procrastinating?  The No Regrets Guide to Getting Done” e as valiosas dicas a seguir não mostram nenhuma descoberta fenomenal, mas que precisam ser colocadas em prática. Em 2011, planeje, organize, aja!

Priorize

Faça o pior primeiro

Cheque seu e-mail apenas 1 vez por hora

Limpe sua caixa de entrada
(delete os sem importância)

Faça o pior primeiro

Evite e-mails desnecessários
(como lembretes e responder e-mails que não necessitam de uma resposta)

Trabalhe com as pessoas mais produtivas

Só comece algo novo após terminar o anterior

Escolha seus projetos (ou tarefas) cuidadosamente

Seja pontual
(não tolere atrasos)

Procure ajuda
(20% das pessoas têm o hábito diário de procrastinar. Se isso estiver atrapalhando seu desempenho, procure um médico.)

NOTA: “Empowered” é um dos livros mais comentados de 2010, escrito por dois VPs da Forrester Research, está entre os 10 livros de negócios mais vendidos desde que foi lançado, em setembro de 2010.

Moral da história: não use “conceitos da moda” só porque todos estão falando a menos que seja compatível com o seu estilo gerencial e os valores da sua empresa. Caso contrário, soará falso e a equipe será a primeira a boicotar.

Obs.: a tradução precisou ser levemente alterada do original em função da expressão “buy-in” ser difícil de traduzir para o português.

Por mais estranho que pareça, a única forma de estar sempre progredindo intelectualmente é se menosprezando, assumir que você não sabe o suficiente e que os outros sabem mais do que você. Em outras palavras, se considerar um aprendiz.

Ser um aprendiz tem tudo a ver com mentalidade e nada com idade ou posição profissional. As personalidades mais admiráveis da história nasceram e morreram aprendendo, reconhecendo a importância disso em todas as fases da sua vida. O que vemos hoje é o oposto: pessoas que acham que sabem o suficiente quando alcançam uma certa idade ou status.

Ayrton Senna alcançou a excelência ainda muito cedo. No seu primeiro campeonato na Fórmula 1, aos 24 anos de idade. Dos 28 aos 33 anos, Senna foi campeão três vezes e vice nas outras duas. É considerado o melhor piloto de todos os tempos mesmo sem ter alcançado uma idade que muitos consideram madura, com apenas 34 anos de idade. Uma idade em que a maioria de nós ainda tem muito, muito a aprender. Senna mesmo tendo alcançado o ápice do sucesso também pensava assim e procurava aprender sempre.

“Eu continuamente vou além e aprendo mais sobre minhas próprias limitações, limitações do meu corpo e do meu psicológico. É  um estilo de vida pra mim.” (Ayrton Senna)

Na vida adulta, aprender deve ser um estilo de vida ao contrário da obrigação imposta pelos nossos pais nos primeiros 20 anos das nossas vidas. Ninguém vai obrigar você a fazer uma pós-graduação, a ler mais de 8 livros por ano ou ser curioso sobre a vida. É uma decisão sua. Não é obrigatório, não é fácil, mas os resultados costumam ser recompar tanto no âmbito profissional como pessoal. As pessoas mais sábias do mundo foram eternos aprendizes, enxergavam a vida de um outro jeito, eram mais abertas e encaravam o sucesso como consequência.

O bom é que ser um aprendiz não é algo inato, é possível aplicar em qualquer momento da vida (quanto antes melhor). Tudo que você precisa é ter sede de conhecimento, ser curioso e ter ciência de que nunca saberá o suficiente, sempre haverá coisas que você desconhece ou pessoas melhores do que você.  Depois de um tempo, se torna algo automático, você faz por prazer, não porque tem que fazer.

Acredito que 4 princípios orientem a vida de um aprendiz em qualquer fase da vida. São eles:

1.  Tenha mentores ou heróis.

É fundamental ter exemplos a seguir. Um mentor é uma das maiores fontes de aprendizado que se pode ter, mas nem todos têm a sorte de encontrar um, então encontre seus heróis, pessoas cujo trabalho ou personalidade lhe inspiram, que você admira e seja capaz de aplicar as lições aprendidas com eles na sua própria vida. Alguém que você possa parar e pensar “o que ele(a) faria?”. [artigo complementar]

2. Faça perguntas

Alguns professores ficam preocupados quando nenhum aluno de uma turma faz uma pergunta. Dizem que se não perguntaram é porque não entenderam ou não prestaram atenção. Eu ficaria preocupado se eu fosse o aluno. Perguntar é preciso, não apenas demonstram interesse, como melhoram a compreensão do assunto e fazem valer o tempo ou dinheiro investido. Nunca saia de uma aula, reunião ou negociação com uma perguntar por fazer.

Também faça perguntas para si mesmo, seja curioso,  elas funcionam como estímulos para você ir atrás das respostas.

3. Ouça

De nada adianta mentores e perguntas se você não pára pra  ouvir . Na grande maioria dos casos, você deve ouvir mais do que fala. Ouvir não significa apenas calar a boca, é preciso estar atento ao outro e considerar novas ideias.

4. Aprenda em tudo que você faz

Uma vez Jack Nicholson disse “acredito que o único momento em que você não aprende nada é quando está morto”. Eu não estou tão certo quanto Jack. Acredito que algumas pessoas têm sim a capacidade de não assimilar o que ouvem, o que veem, o que fazem… Pessoas que cometem o mesmo erro várias vezes e estão sempre reclamando da mesma coisa.

As revistas que você lê, os programas que assiste, os livros que você compra (ou não compra), as pessoas com quem conversa, as coisas que faz no seu tempo livre, os fracassos, os apertos financeiros, o desemprego…  Quase tudo na vida tem potencial para se converter em aprendizado. A pergunta é: você está preparado?

Livro é a melhor coisa para ganhar de amigo secreto, principalmente o da empresa. É prático, barato e de quebra ajuda a dar um gás na carreira. Com tantos amigos secretos que as pessoas participam, é possível abastecer a prateleira só com os presentes dessa clássica confraternização. Eu sempre peço livros, assim não tem como não ficar com aquele sorriso amarelo ao abrir o presente e se deparar com algo que não tem nada a ver comigo.

Selecionei 12 livros sensacionais para se presentear ou pedir no amigo secreto de final de ano. Alguns eu já tenho, outros eu adoraria ganhar. São livros voltados para o desenvolvimento pessoal, mas longe de ser auto-ajuda. Abordando assuntos como talento, empreendedorismo, sucesso, vida dentro das empresas e outros,  qualquer um dos 12 livros abaixos irão agregar ensinamentos valiosos para a carreira e ajudar a se tornar um profissional acima da média, seguro, dedicado, cheio de conhecimento, emocionalmente equilibrado e um chefe exemplar.

NOTA: como a maioria dos amigos secretos têm limite de preço, procurei levar em consideração o preço ao selecionar. Um site sempre muito em conta é o Estante Virtual. Boas compras!

A medida que a vida avança tendemos a diminuir o ritmo, nos acomodar e evitar cada vez mais as mudanças. Talvez seja uma tendência humana, mas é mais provável que seja uma tendência da sociedade.

Peguemos como exemplo um jovem de 28 anos morador de alguma capital brasileira. Pós-graduado,  trabalha em  uma renomada empresa e tem um bom salário. Nesse momento, a vida tende a diminuir drásticamente a velocidade e, em muitos casos, a menos que aconteça alguma mudança brusca (como ser demitido),  isso não irá mudar. Ele não tentará mudar de empresa, fazer um curso no exterior ou aquele esporte que sempre quis fazer, mas nunca teve tempo. A vida está boa, pra que mudar?

Muitas pessoas acham que os anos passam rápidos demais, eu acho que não, para mim eles têm a duração ideal para qualquer planejamento. De 12 em 12 meses você tem a oportunidade de rever a sua vida. Na verdade, nem é preciso esperar todo esse tempo, mas é mais fácil que aconteça nessa época. Trabalho em uma empresa de 6.000 funcionários e fico impressionado com a quantidade de vagas que abrem entre novembro e janeiro. Isso me leva a pensar que as pessoas estejam deixando seus empregos para por em prática novos planos justamente na virada do ano.

Nos últimos 3 anos eu adquiri o hábito de fazer um balanço do ano que passou. Tento responder perguntas como:

  • Estou mais próximo dos meus objetivos?
  • Aprendi muito ou pouco neste ano?
  • Qual foi o acontecimento mais importante do ano?
  • Quais os objetivos conquistados e quais os novos que pretendo alcançar?
  • O que vou fazer de diferente para conquistar o que ainda não conquistei?

A partir das respostas eu direciono a minha vida e vejo se tenho que aumentar a velocidade ou por o pé no freio por um tempo. Se a vida estiver rápida demais — na qual mudanças acontecem com grande frequência — pode  deixar passar  coisas importantes,  prejudicando o aprendizado e assimilação das mudanças. Uma vida lenta, por outro lado, as coisas acontecem muito devagar  e isso é mortal para a carreira de qualquer jovem profissional antes dos 30 anos. Os 30 é um marco não apenas para a vida amorosa, mas para a carreira também, essa é a idade em que todo profissional tem que estar realmente preparado para os maiores voos da sua vida.

Depois dos 30, a vida costuma entrar em um novo ritmo. É nessa fase que as pessoas costumam casar, ter filhos, assumir cargos importantes e o nível de estresse vai às alturas. No entanto, a falta de tempo não define a velocidade. Talvez você esteja estressado sem sair do lugar. É importante avaliar constantemente o andamento da vida pessoal e da carreira. Haverá momentos em que será preciso diminuir o ritmo profissional para dar conta da pessoal e vice-versa. Estabelecer prioridades é a chave — e um novo ano é excelente para isso.

Se você está lendo este artigo é porque você se preocupa com a sua carreira. Se você se preocupa com a sua carreira, então deve aprender a administrar o ritmo da sua vida. Talvez ela tenha virado de ponta a cabeça nos últimos 2 anos e seja necessário um tempo para reabastecer. Outro erro comum é querer tudo rápido e achar que mantendo a alta velocidade, irá conseguir. Geralmente, o resultado disso é um colapso.

As pessoas são diferentes, logo tem ritmos diferentes, descubra qual é melhor para você. Talvez seu estilo seja manter uma velocidade média constante, talvez prefira altos e baixos. Tem uma frase de Charles Schultz que eu gosto muito e acho que resume bem tudo que está dito aqui: “A vida é como uma bicicleta de 10 marchas. A maioria de nós tem marchas que nunca usamos.”

Quer ficar louco, leia os comentários do Twitter depois que você fizer uma apresentação, mesmo que tenha sido para 10 pessoas. Você não disse o que eles afirmam que você disse. Você não quis dizer o que eles afirmam  que você quis.

Ou leia os comentários de qualquer post em um blog ou video do YouTube. As pessoas que viram o mesmo que você viu ou leram o mesmo que você leu não entenderam absolutamente nada. (Ou você não entendeu.)

Nós consideramos a escrita e a comunicação verbal meios eficientes e claros. Não é nenhum nem outro. Se a taxa de transmissão de um cabo HDMI é 340MHz, eu acho que a taxa de transmissão de um discurso é muito, muito menor. Sim, há uma grande quantidade de informação transmitida por você, através do seu estilo, da sua confiança, mas não, eu não acho que os humanos sejam tão bons em entender todos os detalhes.

Planeje para ser mal-compreendido. Repita as coisas. Quando você não estiver certo de que está sendo entendido, repita.

[Traduzido do original "You Will Be Misunderstood"]

Uma das coisas mais fascinantes de se trabalhar com marketing e comunicação é que você trabalha com um universo de possibilidades enorme e nunca uma ação é igual a outra — a menos que você queira. São tantas opções, tantas ferramentas, tantas maneiras de fazer a mesma coisa diferente e ainda assim alcançar os objetivos.

Por essa razão que o pessoal do marketing e publicitários são vistos com “esquisitos” pelo mundo corporativo, porque são os que “pensam fora da caixa” com maior frequência. Aliás, isso é um requisito para trabalhar nessa área.

Os departamentos de marketing têm à disposição dezenas (talvez algumas centenas) de ferramentas que podem utilizar para promover um produto, lançar uma marca, espalhar uma ideia ou seja lá o que for. Para ajudar a vislumbrar esse universo, selecionei 153 coisas que impactam o público — interno e externo — e causam alguma impressão. Vale ressaltar, que essa impressão pode ser tanto negativa quanto positiva (cuidado!)  e uma boa execução é tão importante quanto decidir o que fazer. A lista é um pouco caótica, mas é um bom começo para o planejamento de marketing.

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Se tem uma coisa que eu odeio na tecnologia são fios. Eles comprometem a estética de qualquer ambiente, dificultam a limpeza e são capazes de deixar qualquer um louco quando se enrolam uns nos outros. Sendo assim sou ávido consumidor de produtos sem-fio. Daqueles que acreditam que uma das melhores invenções do homem foi o controle-remoto e que a vida não seria a mesma sem internet wireless e se os videogames ainda precisassem de cabos para plugar o controle. Internet discada e controles de videogame com fios, eu quero esquecer vocês!

Conforme tecnologia avança, alguns equipamentos eletrônicos vão perdendo o seu, aconteceu com o microfone, telefone, headset, transmissão de dados e até impressora. Um dos meus preferidos é o mouse sem-fio. Apesar de estar mais para luxo do que necessidade (já que usamos ele praticamente no mesmo lugar de sempre), o mouse sem-fio passou a ser quase indispensável quando o notebook se popularizou. Usar mouse com fio em um notebook é como plugar um cabo de rede para acessar à internet.

Há quem não se importe de usar o touchpad do notebook, eu não sou um desses, por isso comprei um mouse sem-fio — em 2008.  Na verdade, não comprei um mouse sem-fio, comprei um chuveiro elétrico, porque nunca vi um acessório tão pequeno consumir tanta energia. Consumia aproximadamente 2 pilhas AAA a cada 4 dias de uso leve. O preço de R$30,00 cobrado por uma das piores marcas que eu já vi (Bright) se revelou altíssimo com o passar do tempo.

Em dezembro de 2009, resolvi jogar fora e adquirir um mouse de R$250,00 da Logitech — reconhecidamente como uma das mais caras fabricantes de produtos de informática. O mouse era bonito, funcionava a laser 2.4ghz (sem aquela luzinha vermelha em baixo),  muito mais preciso, o receptor bluetooth era minúsculo e o alcance enorme. Apesar de todos esses diferenciais em relação à concorrência, foi uma coisa que me fez comprar quase instantâneamente: a promessa de que ele funcionaria 1 ano sem trocar as pilhas!

Mesmo sem acreditar totalmente, eu achava que ainda estaria no lucro se ele durasse ao menos 4 meses. Este mês, completa 1 ano que eu estou utilizando. Um ano sem trocar de pilhas, sem desligar e sem me preocupar. O que todo consumidor quer é não se preocupar.

O mercado está tão selvagem, tão intensamente competitivo, os consumidores estão estressados, implorando por empresas que facilitem suas vidas e isso acontece com uma frequência tão baixa. Ficamos felizes quando o produto ou o serviço é exatamente como esperávamos que fosse, isso prova o quanto as pessoas esperam pouco das empresas. Quando foi a última vez que um produto superou suas expectativas? Porque a penúltima vez que isso aconteceu eu já esqueci.