Basta dar uma passada na seção de drama de uma videolocadora pra ver a quantidade de filmes sobre superação nos esportes. Técnicos durões, que no começo dão raiva, mas no final levam o timeco que nunca ganhou nem jogo de bairro a vencer o campeonato estadual ou nacional. Mark Ritson comentou sobre o filme The Damned United (que pela nota 8 no IMDB deve ser muito bom), que conta a história de Brian Clough e sua passagem relâmpago pelo time de futebol da cidade de Leeds. Brian era daqueles técnicos difíceis de engolir, mas conseguiu o feito inédito de levar outro time, o Nottingham Forest, à conquista do campeonatos Inglês, Liga Inglesa, Supercopa da Inglaterra, Copa do Campeões por dois anos consecutivos e Supercopa Européia. Tudo isso entre 1978 e 1980.
Em seu artigo, Ritson comentou 4 fundamentos que levaram Clough ao sucesso com o time de Nottingham: Manter as coisas simples, Escolher um inimigo e Engajamento. O 4° em específico me chamou atenção: O que você tem, não o que falta.
Se você for gastar seu expediente pensando o que seu concorrente faz de melhor, saiba que ele estará gastando o mesmo tempo para fazer ainda melhor e deixar você ainda mais pra trás. Da mesma forma, reclamar da incompetência dos funcionários não leva a lugar nenhum. Incompetente é aquele que gere um departamento sem conhecer todo o potencial—de seus funcionários. Eu aprendi que as pessoas são capazes de se superar quando recebem motivação na dose certa.
Brian Clough não gastava pensando coisas do tipo “ah, se eu tivesse um atacante bom de cabeça”… ele simplesmente trabalhava com o que tinha nas mãos. Detectava os pontos fortes e fracos de seus jogadores e trabalhava em cima disso. O próprio técnico diz: “Eu acreditava que podia tirar o máximo deles. Eu nunca fantasiava sobre o que faltava neles”.
Esse é um valioso conselho pra todo gestor e também para gerentes e analistas de marca e produto. Muitas empresas tem sérios problemas de auto-estima, se consideram inferior e por isso se comportam como inferior, utilizando estratégias “eu-também”—baixando os preços e tentando parecer o máximo com o concorrente. Acreditar que o seu produto pode ser bom o suficiente para disputar com uma Unilever é o primeiro passo para chegar lá. Vemos isso o tempo todos em filmes —baseados em fatos reais—, o Nottingham Forest era um time da 2ª divisão que conseguiu ganhar do Real Madrid por 4 a 1.
Você é uma daquelas pessoas que olha torto pro Twitter? Eu posso dizer que entendo, costumava fazer parte desse clube; mas está na hora de você pensar a respeito.
Eu estranhei quando vi um livro sobre redação publicitária escrito por alguém que não era exatamente um publicitário. Mas o título do seu livro (ao lado) havia me fisgado totalmente, o que indicava que ele era realmente bom com as palavras.
Conheci seu trabalho no ano passado, quando tomei conta de uma cópia de Advertising Secrets of the Written Copy que peguei na biblioteca da universidade em que fazia um curso. Apesar de ser focado em textos longos, considerei seu conteúdo inestimável. Ao devolver o livro, quase pude sentir uma lágrima escorrendo… definitivamente, eu precisava ter o livro na minha estante! Mas ele era pesado, grande e não era vendido no Brasil.
É os dois, e esse é o problema.
Muitos anos atrás, antes mesmo de entrar pro marketing, ouvi um especialista dizer que a maioria dos candidatos a emprego dizem ser o “perfeccionismo” seu maior defeito. Que bom que a maioria sabe que é um defeito, mas há aqueles que consideram uma virtude. O que você pensa a respeito? [pense antes de continuar lendo]









Na busca pelos “culpados” da crise mundial, o desempenho dos profissionais com MBA começou a ser duramente questionado nas últimas semanas nos Estados Unidos. Eu havia percebido que, na última semana, era só o que as tiras do Dilbert abordava, mas o assunto não se limita apenas ao cartoon. No fórum da Harvard Business School, 2/3 das pessoas (que opinaram) disseram que os cursos de MBA têm alguma culpa no cartório, segundo informou a
A cada ano que passa, os comerciais de rádio vão ficando cada vez mais chatos e irritantes. A maioria das peças parece que são feitas com base em um molde cheio de defeitos causados pelo tempo. A ascensão da mídia digital só agravou a situação, ostentando algo inovador e atual bem na frente do seu primo pobre e velho rádio.
Se você precisasse escolher entre capa ou o conteúdo, qual você escolheria?
Blogueiros constituem uma das tribos que mais cresceu nos últimos anos. As razões que levam as pessoas a criarem um blog são diversas, independente disso, a grande maioria começa com uma expectativa baixa. A medida que os comentários e número de visitas aumenta, blogueiros passam a dedicar mais tempo —às vezes dinheiro— e com isso, suas expectativas aumentam. Grande parte das frustrações do ser humano está relacionada às nossas expectativas, quanto mais alta, maior pode ser a frustração. Afinal, onde eu quero chegar? Na verdade, eu acabei de chegar. Aguentaí!
