Histórias Incríveis da Starbucks #1
Sendo autêntico
Era sábado quando chegou uma mulher que estava emocionalmente em ruínas. Era sua primeira visita e o nosso menu pode ser um pouco intimidante, então ela pediu café simples. Perguntamos se ela tinha certeza, se não preferia experimentar mais nada, ela explicou que estava confusa e arrasada, e parecia que ia chorar. Nesse meio-tempo, mandamos alguém preparar um Toffee Nut Latte (Expresso com leite vaporizado, calda de nozes e caramelo com chantili), por que quem não gosta de um? Nós dissemos: esqueça o café simples, fizemos este Toffee Nut Latte pra você experimentar, hoje é por conta da casa. Ela ficou emocionada, foi embora e não pensamos muito no assunto, a não ser pela nossa felicidade em tê-la ajudado.
Alguns dias depois, recebemos flores em agradecimento por “ter salvado a vida dela”. A carta explicava que ela estava num dia péssimo. Depois de ter passado em nossa loja, ela se sentiu reconfortada, conseguiu administrar seus problemas e até ajudar outra pessoa a se sentir melhor. Hoje ela é uma das nossas clientes habituais.
Moral da história: A barista Angela e seus colegas tomaram a iniciativa de criar uma experiência muito além do que o cliente esperava. Ser autêntico e agir como se a empresa fosse sua. Mas, claro, a empresa tem que dar essa liberdade aos funcionários. E sabemos que isso é tão raro de ver quanto Papai Poel sem barba.
***Extraído do livro A Estratégia Starbucks***
TEMAS: Marcas, atendimento, Starbucks, storytelling
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verdade.
liberdade aos funcionários.
massa, deu até vontade de tomar esse café. hi hi
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Olá Silvio,
De seu comentário no Tudorama, cheguei até aqui e li bastante no seu blog. Gostei de suas abordagens sobre os temas. EStou em busca de parceiros relevantes para o meu blog. Pessoas que escrevam sobre mkt e publicidade. Se topar, me comunique para que façamos uma parceria de banner ou link.
Obrigado e parabéns pelo blog.
Gilson
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Muito interessante, eu não sabia dessa. E a Starbucks conseguiu fazer uma coisa incrível: em Vancouver, por exemplo, dentro de 1km (nos arredores de onde eu estudava), tinham 7 lojas da Starbucks. E as pessoas aceitam pagar mais caro, por um café que nem é tão bom assim… Pelo menos a Starbucks no Canadá é terrível. Como eu amava o Take 5 Café… :P
Quanto a essas “experiências” com a marca, tem um livro muito interessante sobre o assunto: A Hora da Verdade, de Jan Carlzon. Ele fala justamente disso, de dar poder de decisão aos empregados. E que a empresa tem aqueles poucos minutos de interação com o consumidor, e que precisa “fisgá-lo” ali, naquele momento.
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Estou há tempos querendo ler este livro Sylvio. Só me falta retirar os outros da fila rs. Esta história é muito bacana. Muito mesmo. Lidar com a empresa como ela se fose sua é um desafio que gerentes têm diariamente e profissionais de treinamento precisam passar para os funcionários. Porém, acho que esta atitude é excelente para demonstrar duas coisas: experiência e imagem de marca da Starbucks (dela querer entrar para aliviar) e capacidade do RH, de olhar nos olhos do empregado e ver que aquele pode ser não apenas um funcionário, mas alguém que possa proporcionar um relacionamento com consumidores. Ponto para os dois. O empowerment é um desafio.
Ótima história e post.
Abraços
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