Coisas no futuro estão mais próximas do que parecem.

Quando você vai atravessar a cidade, você é bem específico “Avenida Independência, esquina com Garibaldi, do lado esquerdo, por favor”.

Por outro lado, quando você sai de férias, você diz “estou indo para Paris” e não “estou indo para 8 rue du Cherche-Midi”, e se você vai ainda mais longe, pula a cidade, o país e só diz “estou indo para África”. Qualquer dia, Richard Branson irá nos levar para Marte e tudo que vamos dizer é o nome do planeta.

Claro que isso faz sentido. Nós não precisamos saber pra que cratera você vai, apenas que é muito distante.

Os profissionais de marketing gastam muito tempo descrevendo o futuro e o tornando real. Quanto mais genérico você o descreve, mais distante as pessoas pensam que está. “Nós vamos lançar nosso novo produto ano que vem” soa muito mais distante do que alguém segurando um protótipo e dizendo: “isto será lançado no dia 3 de janeiro às 14h”.

Resumo: Se você quer que as pessoas abracem a sua versão de futuro, diga que está dobrando a esquina e não em outro planeta.

Texto traduzido do original de Seth Godin