Somente há pouco tempo descobri a maravilha que é o Delicious (antes chamado de del.icio.us). Percebi que sou preguiçoso pra conhecer novas ferramentas. A maioria de nós somos assim, os consumidores de uma maneira geral são assim. Se o Novo requer um pouco de atenção, nós deixamos pra depois. Até perceber que aquilo é realmente útil e interessante.
Comigo foi assim no Orkut, no Last.fm, no StumbleUpon, no Twitter. Em todos, me cadastrei logo no começo pra ver como era e depois esqueci. Só vim começar a usar mesmo, depois de algum tempo quando descobri como tirar proveito deles — no caso do Twitter, até hoje não descobri.
De todas essas ferramentas (gosto de chamar assim, mas se preferirem: social medias ou redes de relacionamento), a campeã de utilidade é o Delicious. Entre as que citei, a única que não conseguirei viver sem daqui pra frente. E qual o objetivo de uma marca senão alcançar esse patamar na mente das pessoas? Bem, o Delicious já é uma marca de valor há algum tempo. No final de 2005 foi vendida para o Yahoo! por algo em torno de 20 milhões de dólares. Na época, o site possuía mais de 300.000 membros.
Para quem não sabe, o Delicious é um armazenador de favoritos, os famosos bookmarks. Você organiza seus sites preferidos através de tags, podendo compartilhá-los com qualquer pessoa. E qual o barato disso? Se tudo que você tem nos seus favoritos são 3 ou 4 sites que nunca acessa, você irá achar o Delicious sem sal. Se você tem dezenas de favoritos e morre de medo de dar um pau e perder todos da noite pro dia, o Delicious é a melhor coisa que existe. Além disso, ele é discreto — se integra ao Firefox e Explorer por meio de ícones e não de barras — e você tem todos os seus favoritos disponíveis em qualquer computador, onde quer que esteja.
Não é um barato? Corra! Crie logo o seu e me adicione!


Durante muito tempo eu pensei que o nome da marca não tivesse muita importância. Afinal, o que importa é a qualidade do produto em si e seus benefícios, certo? Errado. Mudei de opinião quando vi Kevin Lane Keller — uma autoridade em gestão de marcas — escrever sobre a importância do nome para uma boa marca.
Devia ser um momento muito feliz fazer compras na década de 50, todo mundo sorrindo e educado. Até demais! Mas assim era a época, — ao menos na aparência — certinha e comportada. Não demorou muito tempo até o povo ficar mais “saidinho”, culpa do Woodstock, Rolling Stones, cannabis e do Tropicalismo. As pessoas não são mais “certinhas”, e faz tempo hein! Por outro lado, muitas empresas continuaram como 50 anos atrás, certinhas.







