Recentemente, fiquei obcecado por poker. Minha cabeça está uma festa de termos como straight flush, three-of-kind, blinds, Texas hold’em e outros. Andei pesquisando preços e onde comprar uma maleta com cartas e fichas de poker para jogar com amigos, então dei uma passada no Mercado Livre, vi os preços e deixei pra depois. Agora vem a parte interessante…
Estava eu em um site absolutamente nada a ver com poker e eis que vejo “Maleta poker com 300 fichas R$99,00″. Mas peraí, como eles sabiam que eu queria comprar uma maleta? Boa pergunta!
Como publicitário, fico extasiado ao ver na internet anúncios voltados exclusivamente para aquele consumidor. Com o consumidor, talvez esse êxtase todo não exista, mas a sensação de ver um anúncio oferecer justamente o que você procura é genial. A propaganda sempre foi perseguida por encher o consumidor de coisas que ele não precisa. Então você pensa “o Mercado Livre sabe o que eu quero e me oferece esses produtos, enquanto os outros insistem em me oferecer qualquer coisa. Por que iria comprar no Submarino?”.
O Google revolucionou os anúncios de internet com o famoso AdSense. O MercadoLivre seguiu a receita de oferecer produtos relevantes e criou o SmartAd. Dei uma pesquisada no próprio Google para entender como funciona o SmartAd e cheguei ao blog Lucrando na Rede. Enquanto o AdSense faz relação com o conteúdo do site em que está inserido, o SmartAd faz relação com o que você andou procurando no Mercado Livre ultimamente. Por exemplo, se eu estiver no site Clube do Poker, o AdSense do Google me mostra anúncios de baralhos, maletas, fichas e mesas. Mas o fato de eu estar visitando esse site, não signifique que eu queira comprar. No SmartAd do Mercado Livre é diferente, se eu estiver no MeioBit, um site de tecnologia, eu posso receber anúncios de baralhos e bicicletas. Porque eu andei pesquisando sobre baralhos e bicletas.
AdSense e SmartAd são duas ferramentas fantásticas. Nenhuma é melhor que a outra. A melhor será aquela que oferecer o produto certo na hora certa para o cliente.




O G1, o telefone celular do Google, chegou nesta quarta-feira às lojas americanas da T-Mobile para concorrer com o iPhone, da Apple. Apesar de terem sido registradas filas em várias lojas da T-Mobile de diferentes cidades dos Estados Unidos, não se viram as massas de gente dormindo na rua desde a noite anterior como no caso do iPhone, que já vendeu mais de dez milhões de unidades neste ano.

