Arquivo de setembro de 2008
Cultura organizacional é ar de conformidade que preenche todo o local de trabalho. O ar que todos devem respirar — se quiserem sobreviver. Funcionários novos são geralmente doutrinados assim: “Esta é a nossa história, a nossa filosofia, isto é o que nós somos e este é quem você é”. Para a maioria das empresas, existe a cultura corporativa de marca (a forma que a empresa deseja ser vista pelo público) e a cultura local de negócios. São como irmãos siameses, diferentes mais inseparáveis.
Nunca é demais frisar, você precisa respirar a cultura da sua empresa se quiser sobreviver. Da mesma forma que, também para sobreviver, a sua empresa precisa ter esse ar de conformidade para respirar.
O anúncio é ótimo!
Imagino que para fazer esse anúncio, o atendimento deixou claro que este carro é mais veloz que os outros Mini. Daí para os freios, é tudo uma questão de (pouco) tempo.
Ao folhear o Zero Hora de domingo em busca de algo interessante ou inquietante, me deparei com o seguinte: tudo fica mais gostoso com a Pepsi, inclusive a orla do Guaíba. Tá certo que o texto tá meio sem gás, mas serviu pra eu me perguntar Como assim Pepsi e Guaíba?. E me respondi: bom, deve ser um evento.
Não exatamente…

O projeto Eu Amo Porto, que fará uma série de shows e outros eventos culturais na capital, também revitalizará a orla do tão querido Rio Guaíba e o Parque Redenção. Uma parceria da Pepsi com a prefeitura de Porto Alegre e outra empresa. Uma salva de palmas para a Pepsi, ela em breve fará parte do cenário de um dos locais mais importantes do Rio Grande do Sul.
A impressão que eu tenho é que a Pepsi concentra seus esforços para se manter literalmente perto do seu público, não com anúncios, e sim de uma forma relevante. A Pepsi já marcou presença no Skol Beats, no carnaval da Bahia, eu lembro também de um show em São Paulo aberto ao público há uns dois ou três anos. Agora em Porto Alegre — além das noitadas do Pepsi On Stage — a Pepsi fará parte do dia-a-dia portoalegrense.
1. Elimine palavras desnecessárias. Esse é o princípio básico da edição. Artigos, por exemplo, podem ser facilmente eliminados.
2. Atente para o “que”. Palavras como “que” podem ser, na maioria das vezes, eliminadas.
3. Edite em busca do ritmo. É preciso variar o comprimento das frases para elas não soarem monótonas.
4. Considere a combinação de frases. Conseguir eliminar uma palavra que seja já é um grande passo, a combinação de frases é um bom caminho para fazer isso.
5. Rearrume os pensamentos para eles fluirem melhor. Rearrumando as frases, você pode estruturar de forma a deixar a abordagem mais emocional.
Ontem o Google lançou seu navegador, o Google Chrome. Muito tempo depois do líder Internet Explorer, do fantasma Ópera (literalmente um fantasma não some, nem aparece), do ligeiro Safari e da celebridade Firefox. Isso não faz do Google Chrome o último, desde quando o Google entra para perder?
O Google Chrome tem um posicionamento claro: ele é rápido, leve e roda tudo, consumindo menos memória RAM que seus concorrentes. Para provar que o princípio básico para o sucesso de QUALQUER coisa é um posicionamento claro, dei uma pesquisada no BrandTags para ver se o que as pessoas pensam sobre esses navegadores bate com o posicionamento que eu acho que eles têm. O resultado está na imagem abaixo, seguida das principais associações. (Vale lembrar que o BrandTags é um site que armazena associações de marca, o que primeiro vem à mente quando você pensa nela.)

O Google Chrome pode ser o último a entrar na disputa, mas não será o último, eu aposto. O segmento de navegadores é bem acirrado, é algo que tem um baixíssimo nível de substituição devido à incoveniência da mudança. Não é à toa que o Internet Explorer ainda é utilizado por mais da metade dos internautas. Ele vem junto com o seu sistema operacional.
O Firefox vem fazendo um trabalho incrível. Vem “roubando” cerca de 5% do Internet Explorer todos os anos. É uma marca que quase ninguém deu atenção — do ponto de vista do branding —
e vem ganhando adeptos basicamente pela alta simpatia que a marca transmite.
Li algo muito interessante no Meio Bit:
“Acho que quem deve perder mais terreno para ele será o produto da Mozilla, já que acho difícil aqueles que não largaram o IE até agora migrarem pro navegador do Google.”
A Microsoft pode até temer o Chrome, mas o Mozilla tem muito mais motivo. E a razão disso não é uma questão de estratégia das empresas, é questão de coveniência humana.








