A bolha estoura de dentro

Um filme que retrata as angústias e temores de forma visceral e incontida de um jovem executivo promissor. É assim que descrevo o filme August, com Josh Harnett. Achou minha descrição um tanto obscura — ou enfeitada? Então assista o filme.
Neste momento deixo de ser apenas crítico e me torno crítico DE cinema…
O filme não tem exatamente um enredo, ele tem cenário, personagens e um contexto interessantíssimo — além de palavrões. Tom Sterling junto com seu irmão, abriu um portal quando o negócio mais promissor do mundo era a internet, a famosa bolha da internet . Assim como muitas outras empresas entre 1996 e 2001, sua empresa cresceu rápido e chegou a valer quase 400 milhões de dólares na Nasdaq — e assim como muitas dessas empresas, elas quebraram tão rápido quanto cresceram. A de Tom estava muito perto disso. O filme se passa em um momento crítico para os EUA, algumas semanas antes dos ataques de 11 de setembro e bem no meio da tempestade causada pelo estouro da bolha. Em outras palavras, o mercado estava um caos!
Tom é um jovem CEO de lábia e colhões de aço, conquistador e de pulso forte, ainda jovem experimentou o que é valer milhões. Seu talentoso irmão, junto com outros dois jovens executivos, compõem a parte prudente e profissional da empresa, que vinha enfrentando crises e mais crises com o declínio de suas fontes de renda, sem saber o que fazer, Tom enfrenta todos os tipos de dificuldades, profissionais e emocionais.
Daqui pra frente, o filme é inexplicável. Não necessariamente bom, mas vale assistir pelo contexto e diálogos interessantes. O que eu consegui extrair do filme é que assim como uma pessoa pode construir uma empresa, ela pode destruir. Atente para o seu jeito, seu comportamento, meça suas palavras; em suma, seja profissional. Você pode ter muito talento, mas ninguém está disposto a aturar sua arrogância em troca dele.
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arrrogancia é foda. por isso o Gremio tá caindo, haha.
Voltando ….
Na maioria das vezes falta A prudência mesmo. E cara, é preciso dela pra tudo.
Tem que ter a humildade em admitir o próprio erro …
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