Quando não escrever nada
Agências e clientes precisam saber a importância de não “falar” nada às vezes. Há outras maneiras de passar uma mensagem, texto não é a única. Esse é um conselho que vale para tudo; inclusive, só abra a boca se o que você tem a dizer for realmente relevante.
É óbvio que eu não estou falando aqui de conversas entre amigos, parentes ou namorada. Estou falando de ocasiões mais formais, onde cada palavra importa. Aulas, palestras, reuniões, conferências, etc. Não fale besteiras, não seja banal. Mas não esqueça que perguntas são sempre bem-vindas.
Imagine um diálogo seu com um palestrante importante, uma oportunidade única de falar com ele. Você provavelmente irá escolher as palavras a dedo e não irá se alongar muito (ou vai ficar falando só). Na comunicação entre marca-consumidor é a mesma coisa. Deve haver o esforço de “falar” o menos possível — às vezes nem “falar” — e ainda assim passar a mensagem. E quando eu digo falar, me refiro a textos e voz (em TV).
Muitas vezes eu tive que criar algum título ou texto para algo que realmente não precisa; um panfleto, um banner, um anúncio. O resultado é redundância, obviedade e um redator estressado.
Situações em que é muito comum dizer mais do que deve:
- Materiais de PDV. Banners e cartazes, por exemplo
- Anúncio com muita informação
- Panfletos
- Materiais meramente informativos
- Não há nada de interessante a ser dito. O famoso “encher linguiça”
TEMAS: Carreira, comunicação, copywriting, criação publicitária
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Afinal, uma imagem vale mais que MIL PALAVRAS… hehehe
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